Tijolaço: os réus escolhem seu juiz

Jornalista Fernando Brito critica a reunião de Michel Temer com a cúpula do PMDB, no Palácio do Jaburu, que discutiu a indicação do substituto de Teori Zavascki no Supremo Tribunal Federal; "Chegamos a uma situação deplorável, onde o futuro ministro do Supremo virou não apenas moeda de troca dos arranjos políticos do golpe como, pior, ferramenta de escape do escândalo que lhes serviu para abocanharem o poder. Tudo sob a batuta do presidente informal do Supremo, Gilmar Mendes", afirma

Jornalista Fernando Brito critica a reunião de Michel Temer com a cúpula do PMDB, no Palácio do Jaburu, que discutiu a indicação do substituto de Teori Zavascki no Supremo Tribunal Federal; "Chegamos a uma situação deplorável, onde o futuro ministro do Supremo virou não apenas moeda de troca dos arranjos políticos do golpe como, pior, ferramenta de escape do escândalo que lhes serviu para abocanharem o poder. Tudo sob a batuta do presidente informal do Supremo, Gilmar Mendes", afirma
Jornalista Fernando Brito critica a reunião de Michel Temer com a cúpula do PMDB, no Palácio do Jaburu, que discutiu a indicação do substituto de Teori Zavascki no Supremo Tribunal Federal; "Chegamos a uma situação deplorável, onde o futuro ministro do Supremo virou não apenas moeda de troca dos arranjos políticos do golpe como, pior, ferramenta de escape do escândalo que lhes serviu para abocanharem o poder. Tudo sob a batuta do presidente informal do Supremo, Gilmar Mendes", afirma (Foto: Aquiles Lins)

Por Fernanod Briot, do Tijolaço - Daniela Lima, na Folha, descreve o macabro jantar que reuniu, na terça-feira, os réus governistas da Lava Jato para dizer a Michel “43 vezes” Temer quem deve indicar ao Supremo Tribunal Federal.

Entre réus, acusados e investigados, juntaram-se em torno de MT nada menos que  Renan Calheiros, Romero Jucá, Eliseu Padilha –  o Primo – e Moreira Franco – o Angorá –  para o regabofe macabro onde deve ter sido devorada qualquer possibilidade de que, com tais gourmets, possa ser indicado alguém  sem compromissos  do “estancar essa p…”, nas palavras gentis de Romero Jucá, gravadas por Sérgio Machado. o tucano que aderiu para descolar-lhes algum.

Chegamos a uma situação deplorável, onde o futuro ministro do Supremo virou não apenas moeda de troca dos arranjos políticos do golpe como, pior, ferramenta de escape do escândalo que lhes serviu para abocanharem o poder.

Tudo sob a batuta do presidente informal do Supremo, Gilmar Mendes.

Como era aquela história de que o o Brasil estava, agora, moralizado?

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