Tijolaço: Pressa em eleger o presidente da Câmara é parte do acordo com Cunha

O jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, afirma que "a ânsia em eleger já na terça-feira o presidente da Câmara é parte das traições e armações do acordo salva-cunha"; "No covil de traições que se tornou o parlamento, há o temor, de um lado, que eleito um presidente, diluam-se os compromissos de dar na Comissão de Constituição e Justiça os votos prometidos para a devolução à estaca zero do processo de Cunha, por si missão já quase impossível. De outro, que não se obtendo o benefício pretendido por Cunha, os remanescentes do seu grupo criem problemas aos planos de eleição de um nome confiável a Temer para a direção da Casa legislativa", avalia

Brasília - Presidente da Câmara, Eduardo Cunha, recebe representantes de sete parlamentos estrangeiros, para a 6ª Reunião da Assembleia Parlamentar da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (Antonio Cruz/Agência Brasil)
Brasília - Presidente da Câmara, Eduardo Cunha, recebe representantes de sete parlamentos estrangeiros, para a 6ª Reunião da Assembleia Parlamentar da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (Antonio Cruz/Agência Brasil) (Foto: Valter Lima)

247 - O jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, afirma que "a ânsia em eleger já na terça-feira o presidente da Câmara é parte das traições e armações do acordo salva-cunha".

"No covil de traições que se tornou o parlamento, há o temor, de um lado, que eleito um presidente, diluam-se os compromissos de dar na Comissão de Constituição e Justiça os votos prometidos para a devolução à estaca zero do processo de Cunha, por si missão já quase impossível. De outro, que não se obtendo o benefício pretendido por Cunha, os remanescentes do seu grupo criem problemas aos planos de eleição de um nome confiável a Temer para a direção da Casa legislativa. Quem vai apoiar quem dependerá de muitas contas à beira da eleição", diz Brito.

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