Tiros no acampamento revelam urgência de frente antifascista

Análise de Eleonora de Lucena e Rodolfo Lucena, editores do Site Tutaméia, defende que a frente antifascista se tornou uma ação urgente, após tanta violência política e, sobretudo, após o ataque terrorista ao Acampamento Marisa Letícia no Paraná; "O assassinato de Marielle e Anderson, no Rio de Janeiro, é parte do mesmo processo em que o golpe jogou o Brasil, de esfarelamento das instituições. O atentado quer matar, espalhar o medo e acabar com a resistência democrática e pacífica em Curitiba", diz o texto

Análise de Eleonora de Lucena e Rodolfo Lucena, editores do Site Tutaméia, defende que a frente antifascista se tornou uma ação urgente, após tanta violência política e, sobretudo, após o ataque terrorista ao Acampamento Marisa Letícia no Paraná; "O assassinato de Marielle e Anderson, no Rio de Janeiro, é parte do mesmo processo em que o golpe jogou o Brasil, de esfarelamento das instituições. O atentado quer matar, espalhar o medo e acabar com a resistência democrática e pacífica em Curitiba", diz o texto
Análise de Eleonora de Lucena e Rodolfo Lucena, editores do Site Tutaméia, defende que a frente antifascista se tornou uma ação urgente, após tanta violência política e, sobretudo, após o ataque terrorista ao Acampamento Marisa Letícia no Paraná; "O assassinato de Marielle e Anderson, no Rio de Janeiro, é parte do mesmo processo em que o golpe jogou o Brasil, de esfarelamento das instituições. O atentado quer matar, espalhar o medo e acabar com a resistência democrática e pacífica em Curitiba", diz o texto (Foto: Gustavo Conde)
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Do Site Tutaméia - Mais de 20 tiros foram disparados nesta madrugada contra o Acampamento Marisa Letícia, em Curitiba. Atingido no pescoço, o sindicalista Jeferson Lima de Menezes, 39, foi levado à UTI do Hospital do Trabalhador, onde respira por aparelhos. Uma mulher também ficou ferida, mas sem gravidade. Conforme a polícia, cápsulas de pistola 9 mm foram recolhidas no local pelos peritos. Um inquérito foi aberto.

Relatos dos participantes do acampamento afirmam que um homem desceu de um carro e fez os disparos. Eram 4 horas da manhã. Antes, rojões tinham sido disparados e um carro circulara pelo local ameaçando os acampados. “Vou voltar para te matar!”, ouviram.

O atentado ocorre um mês após o que atingiu a caravana de Lula pelo Sul, quando tiros foram disparados contra os ônibus do comboio, não provocando feridos. Autores daquela tentativa de homicídio, em 27 de março, ainda não foram identificados.

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