Valor, da Globo, reconhece: Temer esfola os pobres

"Trabalhador de baixa renda é quem mais perde na reforma da previdência", diz reportagem do Valor Econômico, que pertence à Globo; a constatação é de Leonardo Rolim, ex-secretário de Previdência Social e atualmente consultor da Câmara, entrevistado para a matéria; as regras da reforma da Previdência de Michel Temer foram explicadas hoje pelo secretário Marcelo Caetano

"Trabalhador de baixa renda é quem mais perde na reforma da previdência", diz reportagem do Valor Econômico, que pertence à Globo; a constatação é de Leonardo Rolim, ex-secretário de Previdência Social e atualmente consultor da Câmara, entrevistado para a matéria; as regras da reforma da Previdência de Michel Temer foram explicadas hoje pelo secretário Marcelo Caetano
"Trabalhador de baixa renda é quem mais perde na reforma da previdência", diz reportagem do Valor Econômico, que pertence à Globo; a constatação é de Leonardo Rolim, ex-secretário de Previdência Social e atualmente consultor da Câmara, entrevistado para a matéria; as regras da reforma da Previdência de Michel Temer foram explicadas hoje pelo secretário Marcelo Caetano (Foto: Gisele Federicce)
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247 - Reportagem do jornal Valor Econômico, que pertence à Globo, destaca que a reform da Previdência do governo de Michel Temer prejudica principalmente os mais pobres (leia aqui).

"Trabalhador de baixa renda é quem mais perde na reforma da previdência", diz o título da matéria. A constatação é de Leonardo Rolim, ex-secretário de Previdência Social e atualmente consultor da Câmara, consultado pelo jornal. As regras da reforma da Previdência foram explicadas nesta terça-feira 6 pelo secretário da Previdência, Marcelo Caetano.

A proposta de elevar de 15 anos para 25 anos a contribuição mínima à Previdência como uma das condições de acesso à aposentadoria deve prejudicar principalmente os trabalhadores de baixa renda, avalia Rolim.

Com as nova regras, os trabalhadores passam a se aposentar com idade mínima de 65 anos e 25 anos de contribuição. Hoje, lembra o consultor, existe a chamada "aposentadoria por idade", na qual o trabalhador consegue o benefício com 65 anos de idade e 15 anos de contribuição.

A modalidade da aposentadoria por idade é usada como acesso ao benefício principalmente pela população da baixa renda, que passa muito tempo na informalidade e por isso não consegue se aposentar por tempo de contribuição.

Ele também critica o fato de os militares ficarem de fora da reforma. "Como é que se explica aos trabalhadores que as regras de aposentadorias ficam mais duras ou menos flexíveis, mas que isso não atinge os militares?" Rolim lembra que atualmente os militares já representam parte importante do déficit financeiro da previdência da União e nos Estados o déficit é atuarial.

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