Veja empossa Temer e anuncia choque liberal

Edição deste fim de semana de Veja, que foi peça fundamental na construção do golpe parlamentar no País, avisa que Michel Temer, que terá como principais ministros Henrique Meirelles (Fazenda) e José Serra (Itamaraty), pretende vender 49% do capital de empresas como Infraero, Eletrosul e Correios, além de flexibilizar direitos trabalhistas; ou seja: vem aí a volta do neoliberalismo

Edição deste fim de semana de Veja, que foi peça fundamental na construção do golpe parlamentar no País, avisa que Michel Temer, que terá como principais ministros Henrique Meirelles (Fazenda) e José Serra (Itamaraty), pretende vender 49% do capital de empresas como Infraero, Eletrosul e Correios, além de flexibilizar direitos trabalhistas; ou seja: vem aí a volta do neoliberalismo
Edição deste fim de semana de Veja, que foi peça fundamental na construção do golpe parlamentar no País, avisa que Michel Temer, que terá como principais ministros Henrique Meirelles (Fazenda) e José Serra (Itamaraty), pretende vender 49% do capital de empresas como Infraero, Eletrosul e Correios, além de flexibilizar direitos trabalhistas; ou seja: vem aí a volta do neoliberalismo (Foto: Aline Lima)
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247 – A edição deste fim de semana de Veja, que foi peça fundamental na construção do golpe parlamentar no País, avisa que Michel Temer, que terá como principais ministros Henrique Meirelles (Fazenda) e José Serra (Itamaraty), pretende vender 49% do capital de empresas como Infraero, Eletrosul e Correios, além de flexibilizar direitos trabalhistas

A reportagem traz uma fala de Michel Temer sobre a possibilidade de zerar o déficit fiscal sem aumento de impostos:

A ideia de Temer é levar a nova meta fiscal ao Congresso no seu primeiro dia como presidente da República. Será seu ato inaugural. Um ato de compromisso com o reequilíbrio das contas públicas e de afago aos contribuintes. "Li o plano e gostei. Zerar o déficit sem recorrer a aumento de impostos me agrada", diz Temer. "Eu preciso mudar a meta fiscal de 2016 até para não começar meu mandato cometendo pedaladas fiscais", acrescenta, referindo-se à acusação que embasou o impeachment contra Dilma.

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