Viomundo: Temer vai à guerra para se manter no poder e perpetuar o golpe

O jornalista José Carlos Azenha, editor do Viomundo, criticou a intervenção militar na Segurança Pública do Rio de Janeiro; segundo ele, Michel Temer abraçou a frase atribuída a Washington Luís, segundo a qual "a questão social é um caso de polícia"; "O golpe, que retirou direitos e arrochou os mais pobres, quer se perpetuar explorando os efeitos daquilo que promoveu. E Temer tem um plano: continuar no Planalto quando seu mandato acabar. Através de eleições ou, melhor ainda — do ponto-de-vista dele –, de forma indireta, para 'pacificar' o País. A intervenção militar no Rio de Janeiro é o primeiro passo", diz Azenha

O jornalista José Carlos Azenha, editor do Viomundo, criticou a intervenção militar na Segurança Pública do Rio de Janeiro; segundo ele, Michel Temer abraçou a frase atribuída a Washington Luís, segundo a qual "a questão social é um caso de polícia"; "O golpe, que retirou direitos e arrochou os mais pobres, quer se perpetuar explorando os efeitos daquilo que promoveu. E Temer tem um plano: continuar no Planalto quando seu mandato acabar. Através de eleições ou, melhor ainda — do ponto-de-vista dele –, de forma indireta, para 'pacificar' o País. A intervenção militar no Rio de Janeiro é o primeiro passo", diz Azenha
O jornalista José Carlos Azenha, editor do Viomundo, criticou a intervenção militar na Segurança Pública do Rio de Janeiro; segundo ele, Michel Temer abraçou a frase atribuída a Washington Luís, segundo a qual "a questão social é um caso de polícia"; "O golpe, que retirou direitos e arrochou os mais pobres, quer se perpetuar explorando os efeitos daquilo que promoveu. E Temer tem um plano: continuar no Planalto quando seu mandato acabar. Através de eleições ou, melhor ainda — do ponto-de-vista dele –, de forma indireta, para 'pacificar' o País. A intervenção militar no Rio de Janeiro é o primeiro passo", diz Azenha (Foto: Aquiles Lins)

247 - O jornalista José Carlos Azenha, editor do Viomundo, criticou a intervenção militar na Segurança Pública do Rio de Janeiro. Segundo ele, Michel Temer abraçou a frase atribuída a Washington Luís, segundo a qual "a questão social é um caso de polícia".

"O golpe, que retirou direitos e arrochou os mais pobres, quer se perpetuar explorando os efeitos daquilo que promoveu. E Temer tem um plano: continuar no Planalto quando seu mandato acabar. Através de eleições ou, melhor ainda — do ponto-de-vista dele –, de forma indireta, para 'pacificar' o País. A intervenção militar no Rio de Janeiro é o primeiro passo", diz Azenha. 

"Michel Temer acredita que a solução passa por ele — uma ideia que pode levar ao caos, 'justificando' assim a manutenção indefinida do golpe que derrubou Dilma Rousseff, com ou sem Temer", diz ele.

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