Washington Post: direitos LGBT estão sob ataque com Bolsonaro

Um dos principais jornais dos Estados Unidos o Washington Post publicou reportagem intitulada "Direitos LGBT sob ataque no Brasil com novo presidente de extrema-direita". De acordo com a publicação, "no Brasil de Jair Bolsonaro, garotos são garotos e garotas são garotas. E isso é uma ordem"

Washington Post: direitos LGBT estão sob ataque com Bolsonaro
Washington Post: direitos LGBT estão sob ataque com Bolsonaro

247 - Um dos principais jornais dos Estados Unidos o Washington Post publicou reportagem intitulada “Direitos LGBT sob ataque no Brasil com novo presidente de extrema-direita”. De acordo com a publicação, “no Brasil de Jair Bolsonaro, garotos são garotos e garotas são garotas. E isso é uma ordem”.

O texto lembra a declaração da ministra de Direitos Humanos, Damares Alves, de que meninas deveriam usar rosa e meninos, azul. Também destaca que o ministro da Educação, Ricardo Vélez, extinguiu a Secretaria de Diversidade e Inclusão do Ministério da Educação e é contrário a temas como identidade de gênero na sala de aula.

Segundo a matéria, “as ações da administração aumentam a preocupação entre liberais, que estão brigando contra políticas abraçadas por um presidente que uma vez disse preferir ter um filho morto a um filho gay. No mês passado, Jean Wylly, o único parlamentar abertamente gay do Brasil, desistiu de seu mandato e saiu do país em meio a ameaças de morte e mensagens de ódio”.

Segundo o Post, “nos últimos 10 anos, a população LGBT do Brasil garantiu diversas vitórias no campo dos direitos civis nos tribunais, incluindo casamento entre pessoas do mesmo sexo em 2013 e nome transgênero legalizado e mudança de gênero em 2018. Mas, enquanto a comunidade LGBT ganhava novos direitos, o Brasil se tornava mais conservador”.

O jornal também diz que os grupos LGBT temem que a eleição de Bolsonaro represente a retomada de projetos de lei para ferir os direitos desta população. “Uma dessas propostas procura definir a família como o relacionamento entre um homem e uma mulher, o que a comunidade LGBT teme que possa ter implicações para planos de saúde, adoção e benefícios sociais”.

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