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Xico Sá relembra as peripécias de Serjão, o tesoureiro tucano

Jornalista relata a época em que teve duas grandes inesgotáveis fontes: PC Farias(Collor) e Sergio Motta, tesoureiro tucano; segundo ele, na época, não havia ideia de crime financiadores de campanhas usufruirem nas obras, contratos etc. “Que erro,mas era cultura da Ditadura, o roubo”

Jornalista relata a época em que teve duas grandes inesgotáveis fontes: PC Farias(Collor) e Sergio Motta, tesoureiro tucano; segundo ele, na época, não havia ideia de crime financiadores de campanhas usufruirem nas obras, contratos etc. “Que erro,mas era cultura da Ditadura, o roubo” (Foto: Roberta Namour)

247 – Pelo Twitter, diante da polêmica das doações privadas a partidos e das investigações da Lava Jato, jornalista Xico Sá relata a época em que teve duas grandes inesgotáveis fontes: PC Farias (Collor) e Sergio Motta, tesoureiro tucano.

Segundo ele, na época, não havia ideia de crime financiadores de campanhas usufruirem nas obras, contratos etc. “Que erro,mas era cultura da Ditadura, o roubo”. Leia:

“Da série nostalgia gutenberguiana: como repórter tive 2 grandes inesgotáveis fontes: PC Farias(Collor) e Sergio Motta, tesoureiro tucano...

Essa coisa q a gente acha imoral agora(e deveria ser sempre), ñ era no tempo q estes grandes personagens me narravam os bastidores.

Amava como fonte, tanto PC como Serjão do PSDB, eles eram parecidos num mantra: se até p/ canonizar em Roma tem dinheiro sujo, imagina aqui.

...mas Sergio Motta eu gostava d verdade,tesoureiro tucano,no tempo em q ñ era proibido contar os bastidores, q gênio

o problema d ser jornalista é q vc sabe q, a não ser um buraco d rua ou a previsão do tempo, quase tudo é contado mentirosamente...

qdo teimo c/ jornais, ñ quer dizer q eu falo mal do jornalismo. Uma coisa é a voz do dono; outra é meu amor pelo jornalismo impresso

qdo tinha como fonte PC Farias (direita) e Sergio Motta (PSDB),os grandes tesoureiros d campanhas políticas,eles não viam como crimes(seg)
oficializado ñ havia ideia d crime financiadores d campanhas usufruirem nas obras, contratos etc.Q erro,mas era cultura da Ditadura,o roubo

e digo mais: viva Walt Whitman, minha razão poética de viver. bom dia a todos

fico tirando essa onda sobre jornalismo,mas só acho q nada mudou derna o amigo Frédéric das Ilusões Perdidas d Balzac, nada mudou,so isso”