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A caminho de Pequim, Putin afirma que apoia plano de paz da China para a Ucrânia

Presidente russo diz que a China compreende o conflito

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O presidente russo, Vladimir Putin, presta juramento durante uma cerimônia de inauguração no Kremlin, em Moscou, Rússia, em 7 de maio de 2024, nesta imagem tirada de um vídeo transmitido ao vivo (Foto: Kremlin.ru)
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247 - O presidente russo, Vladimir Putin, em uma entrevista publicada na madrugada desta quarta-feira (15), disse que apoia o plano da China para um acordo de paz na crise da Ucrânia, afirmando que Pequim compreende  plenamente o que estava por trás da crise.

Putin, falando à agência de notícias Xinhua da China antes de sua visita a Pequim esta semana, disse que a Rússia permanecia aberta ao diálogo e às negociações para resolver o conflito que já dura mais de dois anos.

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O plano da China e outros "princípios" divulgados pelo presidente Xi Jinping no mês passado levaram em conta os fatores por trás do conflito, disse Putin.

"Damos uma avaliação positiva à abordagem da China para resolver a crise ucraniana", disse Putin, de acordo com uma transcrição em russo no site do Kremlin. "Em Pequim, eles realmente compreendem suas causas raízes e seu significado geopolítico global."

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E os princípios adicionais, estabelecidos por Xi em conversas com o chanceler alemão Olaf Scholz, eram "passos realistas e construtivos" que "desenvolvem a ideia da necessidade de superar a mentalidade da Guerra Fria".

Pequim apresentou um documento de 12 pontos há mais de um ano que estabeleceu princípios gerais para encerrar a guerra, mas não entrou em detalhes.

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Na época, recebeu uma recepção morna tanto na Rússia quanto na Ucrânia, enquanto os EUA disseram que a China se apresentava como pacificadora, mas refletindo a "narrativa falsa" da Rússia e falhando em condenar sua invasão.

O ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, chamou o plano de uma "proposta razoável que a grande civilização chinesa propôs para discussão" no mês passado.

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Os princípios adicionais de Xi pedem um "arrefecimento" da situação, condições para restaurar a paz e criar estabilidade e minimizar os impactos na economia mundial.

Rússia e China proclamaram uma relação "sem limites" dias antes de Moscou lançar sua operação militar na Ucrânia em fevereiro de 2022, mas Pequim até agora evitou fornecer armas e munições reais para o esforço de guerra da Rússia.

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Uma "cúpula de paz" está agendada para a Suíça em junho. Mas a Rússia não está convidada, rejeita a iniciativa como sem sentido e diz que as negociações devem levar em conta "novas realidades".

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