À esquerda, Podemos ganha força na Espanha

Pesquisas de boca de urna indicam que nenhum partido conquistou a maioria necessária para formar governo; conservador Partido Popular obterá entre 117 e 121 cadeiras no Congresso de 350 deputados, seguido do Podemos, que terá entre 91 e 95; em terceiro ficou o social-democrata Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), que terá entre 81 a 85 deputados, e o Ciudadanos, de centro, que deve ter entre 29 e 32 deputados

Pesquisas de boca de urna indicam que nenhum partido conquistou a maioria necessária para formar governo; conservador Partido Popular obterá entre 117 e 121 cadeiras no Congresso de 350 deputados, seguido do Podemos, que terá entre 91 e 95; em terceiro ficou o social-democrata Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), que terá entre 81 a 85 deputados, e o Ciudadanos, de centro, que deve ter entre 29 e 32 deputados
Pesquisas de boca de urna indicam que nenhum partido conquistou a maioria necessária para formar governo; conservador Partido Popular obterá entre 117 e 121 cadeiras no Congresso de 350 deputados, seguido do Podemos, que terá entre 91 e 95; em terceiro ficou o social-democrata Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), que terá entre 81 a 85 deputados, e o Ciudadanos, de centro, que deve ter entre 29 e 32 deputados (Foto: Realle Palazzo-Martini)

Pesquisas de boca de urna indicam que nenhum partido conquistou a maioria no Parlamento necessária para formar governo na Espanha neste domingo, 26. O conservador Partido Popular obterá entre 117 e 121 cadeiras no Congresso de 350 deputados, seguido da esquerda antiausteridade do Podemos, que terá entre 91 e 95. Em terceiro ficou o social-democrata Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), que terá entre 81 a 85 deputados, e o Ciudadanos, de centro, que deve ter entre 29 e 32 deputados. Os dados são da projeção do canal de tv TVE.

Mais de 36,5 milhões de eleitores voltam às urnas neste domingo (26).

O rei da Espanha, Felipe VI, dissolveu o Parlamento do país em maio e convocou novas eleições para o Legislativo. A medida foi necessária porque os principais partidos eleitos em dezembro do ano passado não conseguiram formar um governo de coalizão. Pela primeira vez, desde a redemocratização da Espanha, em 1975, os eleitores terão que voltar às urnas para recompor o Parlamento, base do sistema parlamentarista. É preciso que um partido obtenha maioria absoluta ou que dois ou mais partidos formem uma coalizão que atinja essa maioria. A partir daí, é escolhido o primeiro-ministro, que exerce o Poder Executivo junto com o gabinete de governo.

A grande surpresa deverá ficar mesmo por conta do Unidos Podemos (uma aliança de radicais de esquerda, comunistas, ecologistas e partidos regionais). Segundo as pesquisas, o grupo pode receber 26% dos votos e ultrapassar o PSOE (Partido Socialista Operário Espanhol), que nos últimos 35 anos alternou à frente do governo espanhol com o PP, conforme a Lusa

O PSOE poderá ser o fiel da balança, com 21% dos votos, quando em dezembro obteve 22%, e a ter de tomar a difícil decisão de se coligar à esquerda ou à direita, o que lhe poderá tirar ainda mais votos no futuro.

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247