AirAsia: aeronave autraliana avista objeto no mar
As autoridades indonésias indicaram que o objeto avistado pelo aparelho Orion P se encontra a cerca de 1.127 quilômetros da última posição do airbus. Até que um barco alcance o objeto e o identifique não será possível saber se são destroços do avião da AirAsia ou se é lixo
As autoridades indonésias indicaram que o objeto avistado pelo aparelho Orion P se encontra a cerca de 1.127 quilômetros da última posição do airbus. Até que um barco alcance o objeto e o identifique não será possível saber se são destroços do avião da AirAsia ou se é lixo.
Indonésia, Cingapura, Malásia, Austrália e Coreia do Sul participam das operações de busca, com 12 barcos, cinco aviões e três helicópteros. Dezenas de pescadores da região também cooperam. Vários países, como Estados Unidos e China, ofereceram ajuda.
O avião da companhia malaia AirAsia, com o número de voo QZ8501, desapareceu dos radares depois de ter decolado da cidade indonésia de Surabaia com destino a Cingapura. A bordo estavam 162 pessoas, das quais 155 passageiros e sete membros da tripulação.
Segundo informações divulgadas hoje pelo diretor da Agência Nacional de Busca e Resgate da Indonésia, Bambang Soelistyo, com base nos dados de que dispõem os especialistas, a hipótese apontada como a mais provável é a de que o avião esteja no fundo do mar.
Leia, abaixo, atualização da notícia:
AirAsia: governo indonésio não confirma se objeto avistado é do avião
O vice-presidente da Indonésia, Jusuf Kalla, não confirmou que o objeto encontrado hoje (29), no mar, seja do Airbus 320-200 da AirAsia, desaparecido desde ontem (28), com 162 pessoas a bordo.
Numa entrevista em Surabaia, no Leste da Indonésia, de onde o avião da AirAsia decolou, nesse domingo, o vice-presidente disse que "não é possível verificar se esse dado é correto".
As autoridades indonésias indicaram que o objeto avistado por um avião de reconhecimento australiano se encontra a 1.127 quilômetros da última posição conhecida do avião desaparecido.
Jusuf Kalla acrescentou que as autoridades ainda procuram sobreviventes, mas reconheceu estar preparado para "o pior", citando exemplos recentes semelhantes, como o desaparecimento do avião que fazia o voo MH370 da Malaysia Airlines. "Estamos trabalhando arduamente", frisou, acrescentando que estão envolvidos nas buscas 30 embarcações e 15 aviões e helicópteros.
Até o momento, a Indonésia recebeu ofertas de apoio para as buscas da Malásia, de Singapura, da Austrália, da França, dos Estados Unidos e do Reino Unido, segundo o governante. Jusuf Kalla admitiu que o trabalho tem sido difícil, devido ao mau tempo.
O vice-presidente da Indonésia falou com os jornalistas depois de um encontro com os parentes das vítimas no aeroporto de Surabaia.