Alemanha reafirma posição favorável ao Pacto Mundial sobre Migração

O governo da Alemanha reafirmou nesta segunda-feira (19) sua posição favorável ao Pacto Mundial sobre Migração a ser assinado em dezembro próximo em Marrocos; a Alemanha apoia este acordo global, cujo propósito é dar uma resposta ao grande desafio mundial que é o tema migratório, declarou Steffen Seibert, porta-voz da chanceler federal, Angela Merkel

Alemanha reafirma posição favorável ao Pacto Mundial sobre Migração
Alemanha reafirma posição favorável ao Pacto Mundial sobre Migração

247, com Prensa Latina - O governo da Alemanha reafirmou nesta segunda-feira (19) sua posição favorável ao Pacto Mundial sobre Migração a ser assinado em dezembro próximo em Marrocos; a Alemanha apoia este acordo global, cujo propósito é dar uma resposta ao grande desafio mundial que é o tema migratório, declarou Steffen Seibert, porta-voz da chanceler federal, Angela Merkel.

Até agora internamente, segundo informou, o agrupamento ultradireitista Alternativa para a Alemanha (AfD) é a única voz oposta ao argumento aprovado em julho passado por 192 das 193 nações da Organização das Nações Unidas, com a única exceção dos Estados Unidos.

'Daqui não comentamos ideias das formações políticas', assegurou Seibert em alusão também ao comentário do ministro da Previdência, Jens Spahn, candidato a suceder Merkel como líder da União Democrata Cristã, sobre adiar a adoção do Pacto para após o Congresso desse partido, previsto para os dias 7 e 8 de dezembro em Hamburgo.

A República Checa somou-se no último dia 14 de novembro à Bulgária, Áustria, Austrália, Croácia, Hungria e a Polônia, países que anunciaram a ausência de seus respectivos mandatários no foro planificado para referendar o texto nos dias 10 e 11 de dezembro.

O processo para desenvolver este pacto começou em abril de 2017. Em setembro de 2016 tinha sido emitida uma declaração para o estabelecimento consensual de uma migração segura, ordenada e regular como oportunidade para aproveitar os benefícios da migração e proteger os imigrantes ilegais.

O instrumento subscrito posteriormente em julho de 2018 consta de 23 objetivos, entre os quais se encontram medidas contra a separação das famílias, para melhorar a proteção dos migrantes e lhes garantir serviços básicos.

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