Anistia Internacional denuncia uso de bomba de fragmentação na Ucrânia
Três pessoas, entre elas uma criança, teriam morrido na explosão em uma escola em Okhtyrka, no nordeste da Ucrânia, disse a Anistia Internacional
247 - A Anistia Internacional afirmou, nesta segunda-feira (28), que houve o uso de bombas de fragmentação na Ucrânia. A entidade quer uma investigação por "crime de guerra". De acordo com a ONG, uma escola em Okhtyrka, no nordeste da Ucrânia, sofreu o impacto destas bombas, proibidas em 2010 por uma convenção internacional. Nem Rússia nem Ucrânia são signatárias do acordo.
Três pessoas, entre elas uma criança, teriam morrido na explosão, disse a Anistia, em um comunicado divulgado no domingo (27), de acordo com a agência de notícias AFP.
"O ataque parece ter sido lançado pelo Exército russo, que operava nas proximidades e que costuma usar bombas de fragmentação em zonas habitadas", afirmou a organização não governamental.
Segundo a secretária-geral da Anistia Internacional, Agnès Callamard, "nada justifica o uso de bombas de fragmentação em zonas habitadas, muito menos perto de uma escola".
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