Após matar 121 crianças, Israel ataca escola da ONU

Benjamin Netanyahu acentua ofensiva sobre população civil na Faixa de Gaza; depois do domingo sangrento, com 100 mortes entre palestinos, e bombardeio a hospital, foguetes de Israel atingem escola da ONU para deslocados pela guerra; escritório da agência Associated Press é atacado; em 15 dias, operação por ar e terra matou 121 crianças, 80 delas com menos de 12 anos; 107 mil estão traumatizadas por perdas de familiares e de moradia, segundo Unicef; mais de 500 adultos já morreram; exército invasor tem apenas 27 baixas; não há guerra, mas um massacre; quem vai segurar a mão assassina do primeiro-ministro?

www.brasil247.com - Benjamin Netanyahu acentua ofensiva sobre população civil na Faixa de Gaza; depois do domingo sangrento, com 100 mortes entre palestinos, e bombardeio a hospital, foguetes de Israel atingem escola da ONU para deslocados pela guerra; escritório da agência Associated Press é atacado; em 15 dias, operação por ar e terra matou 121 crianças, 80 delas com menos de 12 anos; 107 mil estão traumatizadas por perdas de familiares e de moradia, segundo Unicef; mais de 500 adultos já morreram; exército invasor tem apenas 27 baixas; não há guerra, mas um massacre; quem vai segurar a mão assassina do primeiro-ministro?
Benjamin Netanyahu acentua ofensiva sobre população civil na Faixa de Gaza; depois do domingo sangrento, com 100 mortes entre palestinos, e bombardeio a hospital, foguetes de Israel atingem escola da ONU para deslocados pela guerra; escritório da agência Associated Press é atacado; em 15 dias, operação por ar e terra matou 121 crianças, 80 delas com menos de 12 anos; 107 mil estão traumatizadas por perdas de familiares e de moradia, segundo Unicef; mais de 500 adultos já morreram; exército invasor tem apenas 27 baixas; não há guerra, mas um massacre; quem vai segurar a mão assassina do primeiro-ministro? (Foto: Ana Pupulin)


247 – O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu está ultrapassando, sem indicar uma parada, todos os marcos de crimes contra crianças e civis em conflitos armados. Depois de patrocinar um domingo sangrento, com o maior número de mortos – 100 – da operação de tomada da faixa de Gaza que já dura 15 dias, Israel bombardeou um hospital na terça-feira 21 e, hoje, destruiu uma escola para deslocados de guerra mantida pela ONU. Além disso, um escritório da agência Associated Press foi atingido por estilhaços de bombas.

Já não há qualquer dúvida de que Israel, muito mais que achar e tapar túneis transfronteiriços, como alegou Netanyahu para justificar a convocação de 53 mil reservistas e despejar o que tem de mais pesado sobre os palestinos, quer mesmo e arrasar a população civil.

As crianças têm sido um alvo preferencial do ataque ordenado por Netanyahu. Entre mais de 900 feridas, 121 crianças já morreram, 80 delas com menos de 12 anos de idade. A Unicef calcula que Gaza tem 107 mil crianças traumatizadas por sequelas dos bombardeios e perda de familiares e da própria moradia.

O número de palestinos mortos está sendo calculado hoje em 600, contra 27 baixas entre o exército israelense. A relação mostra que não está havendo uma guerra, mas um massacre dirigido contra a população civil. Foguetes continuam a ser lançados por militantes do Hamas, num sinal de que os ninhos de ataques não estão sendo incomodados. Os israelenses, afinal, tem um sistema anti-mísseis que abate quase a totalidade dos artefatos. O centro do fogo israelense está mesmo sobre os palestinos, para que não prosperem como povo.

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