Após morte de Marielle, ONU diz que situação de ativistas no Brasil é 'sombria'

Escritório de Direitos Humanos da ONU, que tem acompanhado os desdobramentos do assassinato da vereadora carioca Marielle Franco (PSOL), executada semana passada no centro do Rio de Janeiro, qualificou a situação dos defensores dos direitos humanos no Brasil como sombria cobrou providências "urgentes" do governo Michel Temer; nesta terça-feira (20), ONGs deverão denunciar o estado brasileiro pela morte de Marielle, o que levará o governo Temer a responder pelo fato diante dos demais estados-membros da ONU

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247 - O Escritório de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), que tem acompanhado os desdobramentos do assassinato da vereadora carioca Marielle Franco (PSOL), executada semana passada no centro do Rio de Janeiro, qualificou a situação dos defensores dos direitos humanos no Brasil como "sombria" e cobrou providências "urgentes" do governo Michel Temer. Nesta terça-feira (20), ONGs deverão denunciar o estado brasileiro pela morte de Marielle, o que levará o governo Temer a responder pelo fato diante dos demais estados-membros da ONU.

O alerta da ONU foi emitido por meio de um e-mail onde o Escritório de Direitos Humanos afirma que "continua a monitorar a evolução do caso (de Marielle) e está em contato com autoridades locais e regionais, em linha com nosso mandato". "Infelizmente, o caso de Marielle Franco ocorre em um contexto mais amplo caracterizado por uma situação sombria para defensores de direitos humanos no Brasil", completa o texto.

"Em vários diálogos com as autoridades nacionais e também publicamente temos levado nossa preocupação sobre a intimidação e violência que defensores de direitos humanos frequentemente sofrem no País, incluindo vários assassinatos", diz o documento assinado pela porta-voz, Ravina Shamdasani.

 

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