Argentina: centrais sindicais decidem reunificar para enfrentar politica neoliberal de Macri

"Todos apoiam a proposta de unir o campo popular para os tempos que se aproximam, que serão difíceis. Necessitamos de uma central operária que com base na CGT represente a todos", disse o líder sindical Hugo Yasky, dirigente da CTA

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247 - Após quase 30 anos, a Central de Trabalhadores Argentinos (CTA) aprovou por unanimidade em seu congresso nesta quinta-feira (3), o regresso da entidade à Confederação Geral do Trabalho (CGT).

"Todos apoiam a proposta de unir o campo popular para os tempos que se aproximam, que serão difíceis. Necessitamos de uma central operária que com base na CGT represente a todos", disse o líder sindical Hugo Yasky, dirigente da CTA que tem 1,5 milhão de membros. A CGT tem 4 milhões de membros e com a unificação vão representar 12 milhões de trabalhadores.

O congresso reuniu centenas de lideranças sindicais em um estádio de futebol e teve a participação do candidato peronista à presidência argentina, Alberto Fernández, favorito para vencer a eleição de 27 de outubro contra o presidente liberal Mauricio Macri.

Com informações de agências.

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