Às vésperas das eleições, atirador mata dois policiais em Paris

Um tiroteio em Paris nesta quinta-feira (20) deixou pelo menos dois policiais mortos, segundo a agência Sputnik; autoridades falam em "provável atentado terrorista"; segundo a polícia local, o atirador foi morto; segundo testemunhas, o atirador saiu de um carro e começou a disparar com uma metralhadora "Kalashnikov"; região próxima dos disparos foi interditada para o trabalho dos serviços especiais

Um tiroteio em Paris nesta quinta-feira (20) deixou pelo menos dois policiais mortos, segundo a agência Sputnik; autoridades falam em "provável atentado terrorista"; segundo a polícia local, o atirador foi morto; segundo testemunhas, o atirador saiu de um carro e começou a disparar com uma metralhadora "Kalashnikov"; região próxima dos disparos foi interditada para o trabalho dos serviços especiais
Um tiroteio em Paris nesta quinta-feira (20) deixou pelo menos dois policiais mortos, segundo a agência Sputnik; autoridades falam em "provável atentado terrorista"; segundo a polícia local, o atirador foi morto; segundo testemunhas, o atirador saiu de um carro e começou a disparar com uma metralhadora "Kalashnikov"; região próxima dos disparos foi interditada para o trabalho dos serviços especiais (Foto: Aquiles Lins)

Agência Sputnik Brasil - Um tiroteio em Paris, na França, nesta quinta-feira (20) deixou pelo menos dois policiais mortos. Autoridades falam em "provável atentado terrorista".

Segundo a informação da polícia local, o atirador foi morto. A região próxima dos disparos foi interditada para o trabalho dos serviços especiais.

As autoridades afirmam que trata-se de um "provável atentado terrorista".

Segundo testemunhas, o atirador saiu de um carro e começou a disparar com uma metralhadora "Kalashnikov".

O oficial falecido estava de guarda perto da estação de metrô Champs-Elysees quando um dos atacantes disparou fogo.

O evento ocorre apenas alguns dias antes dos eleitores franceses se dirigirem às cabines de voto no primeiro turno das eleições presidenciais na França. O terrorismo tem sido apontado como uma prioridade significativa para muitos dos candidatos.

A polícia informou que no mínimo duas pessoas atuaram durante o ataque em Paris.

O autor dos primeiros ataques na Champs Elysees estava sob supervisão policial por representar risco à segurança.

 

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