Ataque a tiros em Viena, na Áustria, deixa mortos e feridos; ministro fala em “atentado terrorista”

Ataques aconteceram em pelo menos seis pontos diferentes da capital. Jornais locais falam em pelo menos sete vítimas, mas a polícia não confirma esse número. 15 feridos foram levados a hospitais, sendo que sete estão em estado grave

Ataque a tiros em Viena deixa mortos e feridos
Ataque a tiros em Viena deixa mortos e feridos
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(ANSA) - O centro de Viena, capital da , viveu momentos de terror na noite desta segunda-feira (2) devido à ação de um comando armado na véspera do início do novo lockdown contra a pandemia do coronavírus Sars-CoV-2.

Segundo a polícia, atiradores abriram fogo aleatoriamente perto de uma sinagoga no centro da cidade e mataram pelo menos um agente. Um dos agressores também foi morto pelas forças de segurança, que prenderam um suspeito, mas os outros estão em fuga.

"A Áustria está vivendo horas difíceis por causa desse ataque deplorável, que ainda está em curso. Agressores ainda estão em fuga", disse o chanceler Sebastian Kurz por volta de meia-noite, pedindo para os cidadãos ficarem em casa.

A ação ainda não foi reivindicada, mas o ministro do Interior, Karl Nehammer, a definiu como um "ataque terrorista" . Não está descartada uma motivação antissemita devido aos primeiros disparos terem ocorrido perto de uma sinagoga, que estava fechada.

Jornais locais falam em pelo menos sete vítimas, mas a polícia não confirma esse número. 15 feridos foram levados a hospitais, sendo que sete estão em estado grave. Ainda segundo as forças de segurança, os disparos ocorreram em pelo menos seis pontos diferentes de Viena.

Diversos líderes europeus já prestaram solidariedade à Áustria, como o presidente da França, Emmanuel Macron, cujo país foi atingido por ataques de motivação jihadista nas últimas semanas.

"Os nossos inimigos devem saber com quem estão mexendo. Não nos renderemos", disse. Já o primeiro-ministro da Itália, Giuseppe Conte, afirmou que "não existe espaço para o ódio e a violência na casa comum europeia". (ANSA)

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