Atirador mata 7 em igreja dos EUA

Fiéis acionaram a polícia após disparos, um oficial foi baleado; autoridades ainda não sabem se há reféns; país teme novo massacre após tiroteio em templo sikh

Atirador mata 7 em igreja dos EUA
Atirador mata 7 em igreja dos EUA (Foto: Divulgação)

Opera Mundi - Um tiroteio em um templo sikh na cidade de Oak Creek, no estado de Wisconsin, foi reportado à polícia norte-americana na tarde deste domingo (05/08). Um policial foi até o local e trocou tiros com um suspeito armado. O oficial foi ferido e encontra-se no hospital, enquanto o suspeito foi morto.

A polícia não sabe se existem mais criminosos dentro do templo ou se o suspeito morto pelo policial era o único. A área em volta do templo foi isolada e a imprensa está proibida de retratar imagens aéreas da região.

Os jornais norte-americanos informam que há vítimas dentro do local, mas não sabem exatamente quantos. Enquanto alguns afirmam que há menos de 10 vítimas, outros contam até 30. Equipes da SWAT e do FBI foram chamados e estão analisando a situação.

Em entrevista à rede de televisão americana CNN, Lee Biblo, médico chefe do hospital Froedtert, afirma que foram encaminhadas ao centro cirúgico da instituição três pessoas vítimas de ferimentos à bala. Segundo o médico, são três adultos do sexo masculino e encontram-se em situação grave.

Sikhismo é uma religião monoteísta fundada no século 15 pelo Guru Nanak Dev na região do Punjab, entre o Paquistão e a Índia.  Estima-se que mais de 20 milhões de pessoas sigam a religião.

Vítimas fatais

A polícia norte-americana confirmou às 15h47 (horário de Brasília) que sete pessoas foram encontradas mortas no local. Segundo o porta-voz da corporação, quatros corpos foram encontrados dentro do templo e três do lado de fora, sendo um deles o do suposto atirador. Entretanto, ainda não foi confirmado se existem mais vítimas fatais ou se há outros possíveis atiradores.

"Nós não podemos confirmar se os indícios e relatos que apontavam mais de uma pessoa armada são verdadeiros. Como recebemos muitas ligações e denúncias de diferentes pessoas, pode ser que elas estivessem falando sobre o mesmo suspeito", informou a polícia à rede CNN.

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