Autor de massacre na Flórida pertencia a milícia de extrema direita

O líder da milícia nacionalista de extrema direita República da Flórida, Jordan Jereb, disse nesta quinta-feira que Nikolas Cruz, suspeito de matar 17 pessoas em massacre nesta quarta (14) na Escola Secundária de Parksville, pertencia à sua organização; além disso, Cruz participou de exercícios militares feitos pelo grupo na cidade de Tallahassee, no norte do estado; no entanto, Jereb alega que Cruz agiu por conta própria e sua entidade não tem relação com o ataque

Douglas High
Douglas High (Foto: Charles Nisz)

247 - O líder da milícia nacionalista de extrema direita República da Flórida, Jordan Jereb, disse nesta quinta-feira,(15), à agência Associated Press, que Nikolas Cruz, suspeito de matar 17 pessoas em massacre nesta quarta (14) na Escola Secundária de Parksville, pertencia à sua organização. Além disso, Cruz participou de exercícios militares feitos pelo grupo na  cidade de Tallahassee, no norte do Estado.

No entanto, Jereb alega que Cruz agiu por conta própria e sua entidade não tem relação com o ataque. O líder da milícia negou conhecer pessoalmente o atirador e que seu grupo tenta não se envolver com “questões do mundo moderno". Jareb acredita que o fato do ataque ter acontecido no dia dos namorados nos EUA seja porque Cruz pudesse  ter “problemas com alguma garota”.

Cruz foi acusado de 17 homicídios premeditados. Um promotor da Flórida apresentou as acusações nesta quinta. De acordo com as autoridades, Cruz comprou legalmente a arma AR-15 usada no massacre. Ele era conhecido como um jovem amante das armas e foi expulso do colégio que atacou por indisciplina.

O atirador chegou ao colégio no horário de saída com o rifle AR-15 e uma grande quantidade de munição. Antes de atacar, ele disparou o alarme de incêndio, justamente para atirar contra os estudantes quando eles estivessem abandonando o prédio.

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