Barricadas na Venezuela impedem acesso a alimentos

Deputada Zoraida Parra, do Partido Socialista Unido da Venezuela, denunciou que setores da oposição estiveram em vários estabelecimentos de Táchira (Aceta), a sudoeste de Caracas, alertando os proprietários que, ou as portas ficam fechadas, ou seriam destruídos

Deputada Zoraida Parra, do Partido Socialista Unido da Venezuela, denunciou que setores da oposição estiveram em vários estabelecimentos de Táchira (Aceta), a sudoeste de Caracas, alertando os proprietários que, ou as portas ficam fechadas, ou seriam destruídos
Deputada Zoraida Parra, do Partido Socialista Unido da Venezuela, denunciou que setores da oposição estiveram em vários estabelecimentos de Táchira (Aceta), a sudoeste de Caracas, alertando os proprietários que, ou as portas ficam fechadas, ou seriam destruídos (Foto: Roberta Namour)
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*Da Agência Brasil
A Associação de Comerciantes do estado venezuelano de Táchira (Aceta), a sudoeste de Caracas, denunciou hoje (28) que mais de 6 mil lojas registram falta de estoques devido às barricadas que impedem a distribuição de produtos, alguns de primeira necessidade.

A denúncia foi feita pelo vice-presidente da entidade, Prieto Ceniccola, que explicou que há quase duas semanas os proprietários têm dificuldades em abrir portas, "não só pela insegurança, mas pela falta de alimentos".
A deputada Zoraida Parra, do Partido Socialista Unido da Venezuela, denunciou que setores da oposição estiveram em vários estabelecimentos, alertando os proprietários que, ou as portas ficam fechadas, ou os estabelecimentos seriam destruídos.

Situado a 850 quilômetros de Caracas, o estado de Táchira faz fronteira com a Colômbia e tem registrado um número significativo de cidadãos portugueses.

Em 19 de fevereiro, o governador de Táchira, José Gregório Vielma Mora, denunciou que 120 paramilitares estavam no estado e provocaram várias situações de instabilidade.

Há 16 dias, são registrados protestos em várias localidades da Venezuela. Atos de violência deixaram pelo menos 14 mortos, dezenas de feridos e mais de 500 pessoas detidas.

Os protestos começaram em 12 de fevereiro, com uma marcha pacífica de estudantes contra a insegurança, mas intensificaram-se no mesmo dia, quando confrontos entre manifestantes, forças da ordem e grupos armados, provocaram a morte de três pessoas.

Na quarta-feira (26), o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, atribuiu a morte de mais de 50 cidadãos à violência e às barricadas que impedem, por exemplo, a chegada de assistência médica.

*Com informações da Agência Lusa

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