Bill Gates diz que declarações de Elon Musk sobre coronavírus são "ultrajantes"

O fundador da Microsoft criticou as declarações do bilionário Elon Musk e mandou ele falar sobre coisas que entende

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247 - O cofundador da Microsoft, Bill Gates, disse que as declarações feitas recentemente pelo CEO da Tesla e da SpaceX, Elon Musk, sobre a Covid-19 são "ultrajantes" e o aconselhou a falar sobre questões que ele conhece.

"A posição de Elon é manter um alto nível de comentários ultrajantes", disse o empresário estadunidense durante uma conversa com a CNBC, transmitida na terça-feira. "Ele não está muito envolvido na questão da vacina. Ele faz um ótimo carro elétrico. E seus foguetes funcionam bem. Portanto, ele pode dizer essas coisas. Espero que ele não confunda as áreas [nas quais] ele não está muito envolvido", reiterou, segundo informações da RT.

Gates também observou que informações falsas tendem a se espalhar nas mídias sociais mais rapidamente do que dados verdadeiros. "Quando você permite que as pessoas se comuniquem, você tem que lidar com o fato de que algumas coisas erradas que são muito emocionantes podem se espalhar muito rapidamente em comparação com a verdade. E sempre vimos isso com vacinas", disse ele.

Anteriormente, Musk havia questionado o verdadeiro nível de disseminação do coronavírus nos Estados Unidos, bem como as medidas aprovadas pelas autoridades do país para conter a pandemia. No final de junho, o bilionário afirmou através de sua conta no Twitter que "existem tantos [testes] falsos positivos que estão atrapalhando os números". "Mesmo os testes com uma taxa de falso positivo [resultado] de 5% [...] mostrariam aproximadamente 17 milhões de casos falsos de Covid-19, mesmo se realmente não houver", escreveu.

Além disso, em abril, ele classificou o regime de confinamento para impedir a propagação do vírus como "fascista". "Isso viola as liberdades das pessoas de uma maneira que é horrível e errada e não é por isso que elas vieram para a América ou construíram este país", concluiu.

Até o momento, os EUA registraram um total de 4.309.230 infecções, de acordo com dados da Universidade Johns Hopkins. Enquanto isso, 148.298 pessoas morreram e 1.325.804 conseguiram se recuperar da doença.

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