Breno Altman: Coreia do Norte colocou os Estados Unidos de joelhos

O jornalista Breno Altman avalia o encontro do presidente dos Estados Unidos Donald Trump com o líder da Coreia do Norte Kim Jong-um; "A Coreia do Norte conseguiu transformar sua capacidade militar e nuclear num instrumento de diplomacia, não tenho dúvidas que os Estados Unidos ficaram de joelhos", analisa; ele comenta ainda o cenário político nacional, como a pesquisa Datafolha e o problema da direita nas eleições; assista à íntegra

O jornalista Breno Altman avalia o encontro do presidente dos Estados Unidos Donald Trump com o líder da Coreia do Norte Kim Jong-um; "A Coreia do Norte conseguiu transformar sua capacidade militar e nuclear num instrumento de diplomacia, não tenho dúvidas que os Estados Unidos ficaram de joelhos", analisa; ele comenta ainda o cenário político nacional, como a pesquisa Datafolha e o problema da direita nas eleições; assista à íntegra
O jornalista Breno Altman avalia o encontro do presidente dos Estados Unidos Donald Trump com o líder da Coreia do Norte Kim Jong-um; "A Coreia do Norte conseguiu transformar sua capacidade militar e nuclear num instrumento de diplomacia, não tenho dúvidas que os Estados Unidos ficaram de joelhos", analisa; ele comenta ainda o cenário político nacional, como a pesquisa Datafolha e o problema da direita nas eleições; assista à íntegra (Foto: Lais Gouveia)

TV 247 - O editor do portal Opera Mundi, Breno Altman, concedeu entrevista à TV 247 nesta semana relatando os últimos passos do xadrez envolvendo os Estados Unidos e Coreia do Norte, além das impressões sobre a conjuntura política brasileira.

Na última terça-feira (12), um fato histórico movimentou o cenário internacional. O presidente dos EUA, Donald Trump, e o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-um, encontraram-se em Singapura para assinar uma série de acordos bilaterais, distensionando a relação entre os dois países.

Altman avalia que os norte-coreanos obtiveram uma vitória espetacular. "O país conseguiu transformar sua capacidade militar e nuclear num instrumento de diplomacia, obrigou os EUA a sentar-se à mesa de negociações e reconhecer a Coreia do Norte como um par, além de estabelecer negociações sérias sobre o desarmamento militar da Península Coreana. Não tenho dúvidas que os Estados Unidos ficaram de joelhos", analisa.

Conjuntura nacional

Ao discorrer sobre a pesquisa do Instituto Datafolha que aponta o ex-presidente Lula com 30% das intenções de voto, liderando a disputa presidencial, Altman considera que o Partido dos Trabalhadores acerta na tática. "Ao seguir com Lula candidato, O PT mantém nas mãos as principais cartas do processo eleitoral até em agosto ou setembro, ou seja, todas as forças políticas conjecturam sem saber qual é a carta na manga do PT", observa.

O problema da direita

O jornalista afirma que o principal problema da centro-direita hoje é encontrar o candidato que irá tirar os votos anti-sistêmicos de Bolsonaro. "A pressão do grande capital para encontrar uma candidatura única, que tenha viabilidade, é enorme. O principal problema hoje da centro direita é o Bolsonaro, não é o PT", elucida. 

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