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Briga de cartéis deixa 52 mortos em prisão do México

Uma briga entre cartéis de drogas em uma prisão mexicana deixou o saldo de 52 mortos em Monterrey; massacre acontece poucos dias antes da visita do papa Francisco a outra prisão no extremo norte do país; combates aconteceram em duas áreas do presídio de Topo Chico e envolveram uma facção do brutal cartel dos Zetas e outro grupo, declarou o governador do Estado de Nuevo León, Jaime Rodríguez

Uma briga entre cartéis de drogas em uma prisão mexicana deixou o saldo de 52 mortos em Monterrey; massacre acontece poucos dias antes da visita do papa Francisco a outra prisão no extremo norte do país; combates aconteceram em duas áreas do presídio de Topo Chico e envolveram uma facção do brutal cartel dos Zetas e outro grupo, declarou o governador do Estado de Nuevo León, Jaime Rodríguez (Foto: Paulo Emílio)
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Reuters - Uma batalha entre dois cartéis de drogas rivais em uma prisão deixou 52 mortos em Monterrey, cidade do nordeste do México, disseram autoridades nesta quinta-feira, dias antes de uma visita do papa Francisco a outra prisão no extremo norte do país.

O incidente foi um dos piores de uma série de rebeliões mortíferas nos últimos anos nas prisões superlotadas do México, que muitas vezes abrigam membros de gangues de narcotraficantes adversárias.

Os combates irromperam antes da meia-noite local em duas áreas do presídio de Topo Chico e envolveram uma facção do brutal cartel dos Zetas e outro grupo, declarou o governador do Estado de Nuevo León, Jaime Rodríguez.

"Durante o confronto, vários prisioneiros atearam fogo no estoque de alimentos e nas áreas de repouso", disse Rodríguez aos repórteres.

Não ficou claro de imediato como as vítimas morreram, mas o governador afirmou não ter havido disparo de tiros.

A rebelião desta quinta-feira foi um golpe duro em Nuevo León, onde muitos se sentiram esperançosos quando Rodríguez, um rancheiro desbocado e direto que gosta de chapéus de caubói e é conhecido como "O Bronco", derrotou o partido governista do presidente mexicano, Enrique Peña Nieto, no ano passado na eleição estadual.