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Buscas por Boeing 777 podem custar US$ 200 mi

Localização de destroços do avião da Malaysia Airlines, desaparecido desde 8 de março, pode tornar-se a mais cara da história da aviação; França e o Brasil investiram US$ 40 milhões nos dois anos que levaram à recuperação das caixas-pretas do avião da Air France que caiu no Oceano Atlântico em 2009; as autoridades só conseguiram recuperar 50 dos 228 corpos das vítimas

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Co-Pilot, Flying Officer Marc Smith, flies his Royal Australian Air Force (RAAF) AP-3C Orion aircraft towards the runway at RAAF Pearce Base in Bullsbrook near Perth March 24, 2014, after searching for the missing Malaysian Airlines Flight MH370. An Austr (Foto: Roberta Namour)
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*Da Agência Brasil
As buscas por destroços do avião da Malaysia Airlines, desaparecido desde 8 de março, podem superar os US$ 200 milhões anuais, tornando-se assim as mais caras da história da aviação, informaram hoje (27) os peritos chineses.

“Sim, a busca vai prolongar-se no tempo. Duzentos milhões de dólares por ano, no mínimo, para manter o esforço internacional”, destacou o oceanógrafo Zhao Chaofang, citado pelo diário South China Morning Post.

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A França e o Brasil investiram US$ 40 milhões nos dois anos que levaram à recuperação das caixas-pretas do avião da Air France que caiu no Oceano Atlântico em 2009. As autoridades só conseguiram recuperar 50 dos 228 corpos das vítimas.

Um perito chinês em aviação civil adiantou que o custo das buscas vai exceder muito o do avião da Air France.

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A busca por destroços do avião da Malaysia Airlines foi reiniciada hoje, em uma área 1.100 quilômetros quadrados a nordeste do local onde os aviões faziam patrulha, depois de analisada “uma nova pista crível”, informou o comando australiano.

Com base na cidade australiana de Perth, as buscas envolvem meios aéreos e navais e têm sofrido alguns contratempos pela vasta área a investigar e pela ausência de informação direta dos localizadores do avião.

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“A nova informação é baseada em uma análise contínua dos dados de radar, entre o mar do Sul da China e o Estreito de Malaca, antes do contato de radar ter sido perdido”, disse fonte da autoridade de segurança marítima da Austrália.

Por outro lado, os analistas acreditam que o avião voava mais rápido do que inicialmente foi estimado, resultando em maior consumo de combustível e reduzindo a distância possível de viajar para o Sul do Oceano Índico.

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Com 239 pessoas a bordo, o Boeing 777 da Malaysia Airlines decolou de Kuala Lumpur, na Malásia, em 8 de março rumo a Pequim, capital chinesa, mas desapareceu dos radares pouco tempo depois.

*Com informações da Agência Lusa

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