Catalunha: governo espanhol tira do ar mais de 140 sites

Com mandado judicial, a Guarda Civil da Espanha já interditou mais de 140 sites que divulgar informações sobre o referendo do próximo domingo, dia 1º de outubro, anunciou o Ministério do Interior; a consulta popular de domingo questionará se a população da Catalunha quer ou não a independência da Espanha; o governo central se opõe à iniciativa e adota medidas para impedir sua realização – as autoridades chegaram a prender catorze integrantes do governo catalão, entre eles um funcionário de alto escalão

Com mandado judicial, a Guarda Civil da Espanha já interditou mais de 140 sites que divulgar informações sobre o referendo do próximo domingo, dia 1º de outubro, anunciou o Ministério do Interior; a consulta popular de domingo questionará se a população da Catalunha quer ou não a independência da Espanha; o governo central se opõe à iniciativa e adota medidas para impedir sua realização – as autoridades chegaram a prender catorze integrantes do governo catalão, entre eles um funcionário de alto escalão
Com mandado judicial, a Guarda Civil da Espanha já interditou mais de 140 sites que divulgar informações sobre o referendo do próximo domingo, dia 1º de outubro, anunciou o Ministério do Interior; a consulta popular de domingo questionará se a população da Catalunha quer ou não a independência da Espanha; o governo central se opõe à iniciativa e adota medidas para impedir sua realização – as autoridades chegaram a prender catorze integrantes do governo catalão, entre eles um funcionário de alto escalão (Foto: José Barbacena)

247 - Com mandado judicial, a Guarda Civil da Espanha já interditou mais de 140 sites que divulgar informações sobre o referendo do próximo domingo, dia 1º de outubro, anunciou o Ministério do Interior.

A consulta popular de domingo questionará se a população da Catalunha quer ou não a independência da Espanha. O governo central se opõe à iniciativa e adota medidas para impedir sua realização – as autoridades chegaram a prender catorze integrantes do governo catalão, entre eles um funcionário de alto escalão.

Outra prática é interceptar correspondências para impedir o acesso às cédulas de votação.

“Este domínio sofreu intervenção e está à disposição da autoridade judicial”, diz a mensagem que aparece nos sites. A maior parte dos bloqueios foi feita nesta terça-feira (26), e ainda há 85 que podem entrar na lista.

O primeiro a sair do ar, na semana passada, foi o site oficial criado pela Generalitat (Referendum.cat). A página havia sido replicada em pelo menos dez outros domínios.

Com informações do Blog Nocaute

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