Chancelaria chinesa rejeita acusações infundadas de Pompeo

A China respondeu na quarta-feira (13) aos comentários do secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, sobre "ameaças da China" e disse que é "extremamente imoral" reprimir os legítimos direitos de desenvolvimento e os interesses das empresas estrangeiras usando o poder do Estado

Chancelaria chinesa rejeita acusações infundadas de Pompeo
Chancelaria chinesa rejeita acusações infundadas de Pompeo

247, com Xinhua - A China respondeu na quarta-feira (13) aos comentários do secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, sobre "ameaças da China" e disse que é "extremamente imoral" reprimir os legítimos direitos de desenvolvimento e os interesses das empresas estrangeiras usando o poder do Estado.

Hua Chunying, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, fez os comentários depois que, em repetidas ocasiões, Pompeo fez uma advertência sobre a instalação de equipamentos provenientes da gigante chinesa de telecomunicações Huawei durante sua viagem por cinco países da Europa Central e Oriental.

Refutando a acusação de Pompeo, Hua disse na entrevista coletiva que interferir nos assuntos internos de outros países nunca foi a política da China e que "manipular os assuntos políticos de outros países" não favorece os interesses da China nem é o forte dela. A comunidade internacional conhece bem a resposta e tem seus próprios julgamentos, acrescentou.

"Os Estados Unidos vêm fabricando diversas acusações vagas e inventando todos os tipos de teorias de ameaça sem nenhuma evidência sólida", disse a porta-voz.

Hua acrescentou que a essência das ações dos Estados Unidos é empregar o poder do Estado para conter os legítimos direitos e interesses de desenvolvimento das companhias chinesas e recorrer à intervenção política em comportamentos econômicos, o que é "extremamente hipócrita, injusto e imoral".

Hua pediu que os Estados Unidos se comprometam sinceramente com o princípio de mercado de concorrência justa e livre e salvaguardem um ambiente de mercado justo, imparcial e não discriminatório.

A porta-voz também mencionou o provérbio chinês "um ato de bondade, sem importar o quão trivial for, vale a pena, enquanto um ato de maldade, sem importar o quão pequeno for, deve ser evitado" e pediu que a parte americana faça mais para contribuir para a paz e a estabilidade mundiais.

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