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Chanceler cubano diz que não se pode permitir que uma superpotência destrua pequenos países para impor seu domínio

O Ministro das Relações Exteriores da República de Cuba, Bruno Rodríguez, fez a afirmação durante a 21ª Reunião de Ministros das Relações Exteriores da Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac)

Chanceler cubano Bruno Rodríguez (Foto: Prensa Latina)

247 - A Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac) realizou neste sábado (24) a 21ª Reunião de Ministros das Relações Exteriores. O chanceler cubano, Bruno Rodríguez disse que o povo de seu país rechaçou a intentona golpista dos Estados Unidos.

"Deliberada e cruelmente, o governo do presidente Donald Trump identificou a Covid-19 como uma oportunidade para reforçar o bloqueio genocida e a agressão contra meu país. Essa política é aplicada hoje pelo presidente Joseph Biden e ameaça a integridade do povo cubano", afirmou Bruno Rodríguez.

O ministro destacou que a campanha de descrédito, financiada com fundos federais dos Estados Unidos e do governo da Flórida, recorreu a mentiras e deturpações, para incitar a desordem e a violência e justificar a intervenção. Mas, na sua opinião, "não houve eclosão social e o povo cubano rejeitou e venceu de forma contundente a intentona, com unidade e consenso da ampla maioria dos cidadãos".

Bruno Rodríguez fez um apelo: "Vamos todos lutar para mudar e democratizar a ordem internacional", afirmando a posição de princípios de Cuba,de que não se pode permitir que uma superpotência destrua pequenos países para impor seu domínio, informa o Granma.

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