Chanceler denuncia interferência russa nas eleições da França

O ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Marc Ayrault (foto), disse que a suposta interferência da Rússia nas eleições presidenciais francesas é "inaceitável"; em entrevista publicada neste domingo no Journal du Dimanche, o chanceler afirmou que a Rússia parece estar atacando o candidato centrista Emmanuel Macron, ao mesmo tempo em que favorece candidatos como o conservador Francois Fillon e a nacionalista Marine Le Pen, líder da extrema direita no país

O ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Marc Ayrault (foto), disse que a suposta interferência da Rússia nas eleições presidenciais francesas é "inaceitável"; em entrevista publicada neste domingo no Journal du Dimanche, o chanceler afirmou que a Rússia parece estar atacando o candidato centrista Emmanuel Macron, ao mesmo tempo em que favorece candidatos como o conservador Francois Fillon e a nacionalista Marine Le Pen, líder da extrema direita no país
O ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Marc Ayrault (foto), disse que a suposta interferência da Rússia nas eleições presidenciais francesas é "inaceitável"; em entrevista publicada neste domingo no Journal du Dimanche, o chanceler afirmou que a Rússia parece estar atacando o candidato centrista Emmanuel Macron, ao mesmo tempo em que favorece candidatos como o conservador Francois Fillon e a nacionalista Marine Le Pen, líder da extrema direita no país (Foto: Romulo Faro)

Sputinik - O ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Marc Ayrault, disse que a suposta interferência da Rússia nas eleições presidenciais francesas é "inaceitável".

Em entrevista publicada neste domingo no Journal du Dimanche, o chanceler afirmou que a Rússia parece estar atacando o candidato centrista Emmanuel Macron, ao mesmo tempo em que favorece candidatos como o conservador Francois Fillon e a nacionalista Marine Le Pen, líder da extrema direita no país.

"Este tipo de interferência na vida democrática francesa é inaceitável (...). Os franceses não aceitarão ninguém ditando suas escolhas (eleitorais)", disse Ayrault.

A campanha de Macron denunciou tentativas de ataques hacker supostamente ligados à Rússia, embora não esteja claro se a atividade detectada foi além das violações de segurança cibernética rotineiras. O Kremlin nega qualquer envolvimento.

O governo francês vai realizar uma reunião sobre segurança eleitoral na sexta-feira (24) para discutir as preocupações levantadas pela suposta interferência russa na campanha presidencial dos EUA – acusação também refutada por Moscou.

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