Chanceler venezuelano chama John Kerry de "assassino"

Elías Jaua responsabilizou diretamente o secretário de Estado dos Estados Unidos de ser o "principal encorajador da violência" na Venezuela e o chamou de "assassino do povo venezuelano"; ontem, Kerry afirmou que o governo venezuelano precisava colocar um fim na "campanha de terror" contra seu próprio povo

Elías Jaua responsabilizou diretamente o secretário de Estado dos Estados Unidos de ser o "principal encorajador da violência" na Venezuela e o chamou de "assassino do povo venezuelano"; ontem, Kerry afirmou que o governo venezuelano precisava colocar um fim na "campanha de terror" contra seu próprio povo
Elías Jaua responsabilizou diretamente o secretário de Estado dos Estados Unidos de ser o "principal encorajador da violência" na Venezuela e o chamou de "assassino do povo venezuelano"; ontem, Kerry afirmou que o governo venezuelano precisava colocar um fim na "campanha de terror" contra seu próprio povo (Foto: Gisele Federicce)
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247 – O chanceler da Venezuela, Elías Jaua, acusou o secretário de Estado dos Estados Unidos, John Kerry, de ser o "principal encorajador da violência" na Venezuela. Jaua o chamou ainda nesta sexta-feira de "assassino do povo venezuelano".

"Não vamos descer o tom, denunciamos o senhor como assassino do povo venezuelano, o senhor Kerry, não vamos descer o tom a nenhum império até que os senhores ordenem a seus lacaios na Venezuela acabar com a violência contra o povo", disse o chanceler, em ato em homenagem a Hugo Chávez.

"Cada vez que estamos a ponto de isolar e reduzir os violentos, Kerry faz declarações e imediatamente começam as confusões - barricadas em chamas - nos principais focos de violência. Na quarta-feira, ele fez declarações e à noite tivemos mais mortos, incluindo um capitão da Guarda Nacional Bolivariana (GNB)", acrescentou.

Nesta quinta-feira, John Kerry afirmou que o governo venezuelano deve acabar com a "campanha de terror" contra seu próprio povo. "Tentamos encontrar alguma forma de fazer o governo de (Nicolás) Maduro se comprometer com seus cidadãos, que os trate com respeito, que cesse essa campanha de terror contra seu próprio povo e respeite os direitos humanos", declarou, em um duro pronunciamento.

Com agências internacionais

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