Chega a 28 total de mortos nos atos da Venezuela

"O que começou como uma manifestação pacífica, na Venezuela, transformou-se em violência e caos. O direito ao protesto não é absoluto", declarou a procuradora-geral da República do país, Luisa Ortega Diaz, em reunião do Conselho de Nações Unidas para os Direitos Humanos, em Genebra, na Suíça, insistindo que "os cidadãos têm o direito de se manifestar, de forma pacífica e sem armas"

"O que começou como uma manifestação pacífica, na Venezuela, transformou-se em violência e caos. O direito ao protesto não é absoluto", declarou a procuradora-geral da República do país, Luisa Ortega Diaz, em reunião do Conselho de Nações Unidas para os Direitos Humanos, em Genebra, na Suíça, insistindo que "os cidadãos têm o direito de se manifestar, de forma pacífica e sem armas"
"O que começou como uma manifestação pacífica, na Venezuela, transformou-se em violência e caos. O direito ao protesto não é absoluto", declarou a procuradora-geral da República do país, Luisa Ortega Diaz, em reunião do Conselho de Nações Unidas para os Direitos Humanos, em Genebra, na Suíça, insistindo que "os cidadãos têm o direito de se manifestar, de forma pacífica e sem armas" (Foto: Roberta Namour)
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

Leandra Felipe - Correspondente da Agência Brasil/EBC
Os protestos iniciados há um mês, na Venezuela, causaram a morte de 28 pessoas e deixaram 265 feridos. O último balanço oficial foi divulgado ontem (13) pela procuradora-geral da República do país, Luisa Ortega Diaz, em reunião do Conselho de Nações Unidas para os Direitos Humanos, em Genebra, na Suíça. Na ocasião, Luisa lamentou o crescimento do número de mortes e o cenário "de violência e caos" no país.

"O que começou como uma manifestação pacífica, na Venezuela, transformou-se em violência e caos. O direito ao protesto não é absoluto", declarou, insistindo que "os cidadãos têm o direito de se manifestar, de forma pacífica e sem armas".

Só nesta semana quatro pessoas morreram nos estados de Táchira e Carabobo. Hoje, o governo informou ter detido seis pessoas em Valencia, capital de Carabobo, que teriam participado de um ataque a manifestantes, ontem (12).

Com os protestos diários, divididos entre manifestações pacíficas, atos de violência e formação de bloqueios em avenidas, aproximadamente 1.300 pessoas foram detidas.

Luisa Ortega contou que entre os mortos, na Venezuela, constam um procurador de Justiça e três guardas nacionais, e acrescentou que entre os 265 feridos, 109 são policiais.

O movimento estudantil fala, porém, que o número de feridos é maior, se forem computados todos os manifestantes atingidos pela repressão policial, que usa gás lacrimogênio e balas de borracha. O governo também investiga violações de direitos humanos por parte da Guarda Nacional Bolivariana.

Hoje, o Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, deu ordens às forças de segurança para controlar os focos de violência no país e deter quem financia os grupos violentos.

O conhecimento liberta. Saiba mais. Siga-nos no Telegram.

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como em brasil247.com/apoio

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

WhatsApp Facebook Twitter Email