Chegou a vez da Síria

Manifestaes pr-democracia ganham as ruas de um dos poucos pases que no havia sido atingido pelos protestos que varrem o Oriente Mdio

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Milhares de pessoas protestaram hoje, pelo terceiro dia consecutivo, contra o governo da Síria na cidade de Dera, no sul do país, onde forças de segurança mataram nos dias anteriores 5 manifestantes. Também houve violência hoje e a polícia abriu fogo contra os manifestantes, matando 1 pessoa e ferindo mais de cem, informou uma fonte à agência France Press. Dois feridos estariam em condições críticas.

Os manifestantes na Síria pedem o fim do estado de emergência, que vigora no país desde 1963, quando o Partido Baath chegou ao poder. Eles também pedem a libertação dos presos políticos e que as autoridades e policiais envolvidos com a violência sejam demitidos. "Um manifestante foi morto hoje a tiros. O nome dele era Raed Akrad", disse um ativista que falou à AFP sob condição de anonimato. Segundo ele, a violenta repressão do governo sírio, nos últimos dias, fez com que a atmosfera em Dera ficasse igual a um "vulcão".

Ativistas em Damasco em contato com residentes em Dera disseram que a polícia disparou bombas de gás lacrimogêneo e tiros para o ar para dispersar a manifestação. Os relatos não puderam ser checados imediatamente. A polícia da Síria isolou Dera ontem, depois que as forças de segurança mataram pelo menos cinco manifestantes, no primeiro sinal de que o movimento pró-democracia no mundo árabe está se espalhando para um dos países mais repressores da região. As informações são da Associated Press e da Dow Jones

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