China defende abertura e reforma, apesar da pressão dos EUA

O Ministério de Comércio da China enfatizou que o país continuará rumo à reforma e à abertura, bem como defendendo o multilateralismo, apesar das pressões dos Estados Unidos sobre questões comerciais, destaca nesta sexta-feira (31) a imprensa chinesa. 

China defende abertura e reforma, apesar da pressão dos EUA
China defende abertura e reforma, apesar da pressão dos EUA

247, com Prensa Latina - O Ministério de Comércio da China enfatizou que o país continuará rumo à reforma e à abertura, bem como defendendo o multilateralismo, apesar das pressões dos Estados Unidos sobre questões comerciais, destaca nesta sexta-feira (31) a imprensa chinesa.

Desta forma, o porta-voz Gao Feng respondeu às acusações de Washington sobre supostas práticas comerciais desleais de Pequim.

As atividades de comércio exterior da China foram realizadas em estrita concordância com o sistema comercial multilateral internacional desde sua entrada na Organização Mundial do Comércio, explicou o porta-voz.

De acordo com Gao, a cooperação econômica e comercial China-Estados Unidos, de natureza mutuamente benéfica, gerou um crescimento notável para as empresas dos dois países e para ambos os povos.

Esperamos que os Estados Unidos não avaliem a situação geral com o critério de um número reduzido de pessoas e que não se engane a si mesmo nem ao público, disse Gao.

O porta-voz reiterou o chamado ao diálogo equitativo, honesto e pragmático com respeito mútuo e fez um chamado a que Washington reconheça as vozes das indústrias e dos consumidores, a cooperação de longo prazo da cadeia industrial bilateral e os interesses fundamentais de ambos os povos para tomar a decisão correta.

Segundo a agência Bloomberg, o presidente estadunidense, Donald Trump, quer avançar com um plano para impor impostos a importações chinesas no valor de 200 bilhões de dólares já na próxima semana.

Se entrarem em vigor as novas tarifas, seria a maior escalada na guerra comercial entre as duas principais economias do mundo, o que, segundo essa mesma fonte, cria ainda mais preocupação nos mercados financeiros.

O chefe da Casa Branca continuamente acusa outras nações, fundamentalmente o gigante asiático, de se aproveitar comercialmente de seu país e promove esta política alfandegária agressiva criticada pelos territórios afetados, setores econômicos norte-americanos e membros de seu próprio partido. A notícia sobre a possível implementação de mais tarifas sobre a China foi divulgada quando as conversas comerciais entre Washington e Pequim não mostraram muitos sinais de avanço, pois as que foram realizadas na semana passada nesta capital deram poucos resultados.

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