China promete abertura de mercado aos EUA para evitar guerra comercial

O primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, afirmou que a China não forçará empresas estrangeiras a transferir tecnologia e fortalecerá os direitos de propriedade intelectual; a China tenta evitar uma guerra comercial, depois que o presidente norte-americano decidiu aumentar a barreira alfandegária a 128 produtos chineses

O primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, afirmou que a China não forçará empresas estrangeiras a transferir tecnologia e fortalecerá os direitos de propriedade intelectual; a China tenta evitar uma guerra comercial, depois que o presidente norte-americano decidiu aumentar a barreira alfandegária a 128 produtos chineses
O primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, afirmou que a China não forçará empresas estrangeiras a transferir tecnologia e fortalecerá os direitos de propriedade intelectual; a China tenta evitar uma guerra comercial, depois que o presidente norte-americano decidiu aumentar a barreira alfandegária a 128 produtos chineses (Foto: Leonardo Lucena)

247 - O primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, reiterou promessas de facilitar o acesso às empresas do Estados Unidos - a China tenta evitar uma guerra comercial, depois que o presidente norte-americano decidiu aumentar a barreira alfandegária a 128 produtos chineses.

Em uma conferência, Li disse que a China não forçará empresas estrangeiras a transferir tecnologia e fortalecerá os direitos de propriedade intelectual, ainda numa tentativa de evitar estremecimento na relação enter os dois países.

"Com relação aos desequilíbrios comerciais, a China e os Estados Unidos devem adotar uma atitude pragmática e racional, promover o equilíbrio por meio da expansão do comércio e manter negociações para resolver diferenças e atritos", disse Li na conferência em Pequim, segundo uma rádio estatal.

De acordo com informação do jornal The Wall Street Journal, publicada nesta segunda-feira (26), em carta enviada na semana passada, os Estados Unidos pediram à China redução da tarifa sobre automóveis americanos, mais compra de semicondutores fabricados nos EUA e maior acesso das empresas americanas ao setor financeiro chinês. 

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