China se preocupa com possibilidade de sanções dos EUA similares às impostas contra a Rússia

Autoridades chinesas realizaram uma conferência interna com representantes de bancos estrangeiros e domésticos para discutir maneiras de proteger os ativos da China no exterior

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(Foto: Diário do Povo)


Sputnik - Autoridades chinesas realizaram uma conferência interna com representantes de bancos estrangeiros e domésticos para discutir maneiras de proteger os ativos da China no exterior de eventuais sanções dos EUA que poderiam vir no caso de um conflito regional.

As informações foram relatadas pelo jornal Financial Times neste domingo (1º), citando fontes  familiarizadas com a discussão.

"Se a China atacar Taiwan, a dissociação das economias chinesa e Ocidental será muito mais severa do que a da Rússia, porque a abrangência econômica da China atinge todas as partes do mundo", disse uma das pessoas informadas sobre a reunião ao jornal neste domingo (1º).

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A reunião de emergência entre funcionários do Banco Central da China e do Ministério das Finanças, bem como executivos de bancos estrangeiros e domésticos, foi realizada em 22 de abril.

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Fontes informadas sobre a reunião disseram ao Financial Times que um alto funcionário do Ministério das Finanças chinês disse, durante a reunião, que Pequim foi colocada em alerta pela capacidade de Washington e seus aliados de congelar os ativos em dólares provenientes do Banco Central russo.

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As autoridades chinesas estavam preocupadas que tais medidas pudessem ser tomadas contra a China no caso de um conflito militar regional ou qualquer outra crise.

O jornal especificou que um possível gatilho para sanções dos EUA contra a China poderia ser um eventual ataque a Taiwan.

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A China criticou repetidamente os Estados Unidos por manterem contatos oficiais com Taiwan, dizendo que tais ações infringem a soberania e a integridade territorial chinesa e provocam instabilidade na região. 

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