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China suspende visitas de navios e aviões militares americanos a Hong Kong

Nesta segunda-feira, o governo da República Popular da China, a quem pertence a soberania sobre Hong Kong, decidiu suspender vsitas de nacios e aviões miligares à cidade

Hua Chunying, porta-voz da Chancelaria chinesa (Foto: Xinhua)

Xinhua - O governo chinês decidiu suspender a revisão de solicitações para visitar Hong Kong de navios e aviões militares dos Estados Unidos a partir de segunda-feira, informou a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Hua Chunying.

A China também aplicará sanções contra algumas organizações não governamentais (ONGs) do país norte-americano por seu papel nos distúrbios em Hong Kong, disse Hua em uma entrevista coletiva.

As ONGs incluem o Fundo Nacional para a Democracia, o Instituto Nacional Democrático para Assuntos Internacionais, o Instituto Republicano Internacional, o Observatório de Direitos Humanos e a Casa da Liberdade.

Uma grande quantidade de fatos e evidências demonstraram que as organizações mencionadas proporcionaram apoio aos desordeiros contra a China em Hong Kong de diversas maneiras, incitaram suas ações criminais extremas e violentas, e instigaram atividades separatistas para a "independência de Hong Kong", indicou Hua.

A porta-voz acrescentou que essas ONGs são responsáveis em grande medida pela situação caótica em Hong Kong e devem ser sancionadas e pagar seu preço.

Hua disse que os Estados Unidos violaram gravemente o direito internacional e as normas básicas que regem as relações internacionais, além de interferir nos assuntos internos da China, ao promulgar a chamada Lei de Direitos Humanos e Democracia de Hong Kong 2019 apesar da firme oposição da China.

"A China pede que os Estados Unidos corrijam seu erro e deixem de mexer nos assuntos de Hong Kong ou interferir nos outros assuntos internos da China tanto com palavras como com ações", disse Hua.

A China tomará mais ações necessárias de acordo com o desenvolvimento da situação para defender com firmeza a estabilidade e a prosperidade de Hong Kong e proteger a soberania nacional, a segurança e os interesses de desenvolvimento, assinalou ela.