Conselho de Segurança da ONU se reúne para discutir violência em Jerusalém

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) se reunirá na segunda-feira (24) para discutir o mais sangrenta onda de violência entre palestinos e israelenses em anos, disseram neste sábado diplomatas; Suécia, Egito e França solicitaram o encontro para "discutir urgentemente" como os pedidos para impedir a escalada do conflito em Jerusalém podem ser atendidos, informou no Twitter o vice-embaixador da Suécia na ONU, Carl Skau

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) se reunirá na segunda-feira (24) para discutir o mais sangrenta onda de violência entre palestinos e israelenses em anos, disseram neste sábado diplomatas; Suécia, Egito e França solicitaram o encontro para "discutir urgentemente" como os pedidos para impedir a escalada do conflito em Jerusalém podem ser atendidos, informou no Twitter o vice-embaixador da Suécia na ONU, Carl Skau
O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) se reunirá na segunda-feira (24) para discutir o mais sangrenta onda de violência entre palestinos e israelenses em anos, disseram neste sábado diplomatas; Suécia, Egito e França solicitaram o encontro para "discutir urgentemente" como os pedidos para impedir a escalada do conflito em Jerusalém podem ser atendidos, informou no Twitter o vice-embaixador da Suécia na ONU, Carl Skau (Foto: Leonardo Lucena)
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NAÇÕES UNIDAS (Reuters) - O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) se reunirá na segunda-feira para discutir o mais sangrenta onda de violência entre palestinos e israelenses em anos, disseram neste sábado diplomatas.

Suécia, Egito e França solicitaram o encontro para "discutir urgentemente" como os pedidos para impedir a escalada do conflito em Jerusalém podem ser atendidos, informou no Twitter o vice-embaixador da Suécia na ONU, Carl Skau.

Israel enviou neste sábado tropas adicionais à região ocupada da Cisjordânia e fez buscas na casa do agressor palestino que na sexta-feira esfaqueou e matou três israelenses, de acordo com o exército.

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