Dia do orgasmo: estudo aponta desigualdade de gênero na hora de atingir o prazer

Mulheres heterossexuais só alcançam o orgasmo em 65% das relações. As bissexuais chegam lá 66% das vezes e, as lésbicas, 86%, revela estudo

A personagem Aimee Gibbs, da série britânica Sex Education, foi incentivada a se autoconhecer a partir da exploração do prazer por meio da masturbação
A personagem Aimee Gibbs, da série britânica Sex Education, foi incentivada a se autoconhecer a partir da exploração do prazer por meio da masturbação (Foto: Reprodução)
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247 - Nesta sexta-feira (31) é comemorado o Dia do Orgasmo, mas muitos tabus e  questões envolvendo desigualdade de gênero transitam neste tema. Uma série de estudos conduzidos por diversas universidades dos Estados Unidos, publicada na revista científica “Archives of Sexual Behavior”, em 2018, coloca em panorama como fatores gênero e orientação sexual parecem estar correlacionados à capacidade de alguém alcançar o clímax.

Segundo aponta reportagem publicada no O Tempo, o artigo, um retrato da frequência dos orgasmos em diferentes grupos sociais, indica que mulheres heterossexuais só alcançam o orgasmo em 65% das relações. As bissexuais chegam lá 66% das vezes e, as lésbicas, 86%. Por outro lado, homens heterossexuais vivenciam o máximo prazer sexual em 95% de suas relações. Os gays têm orgasmos em 89% dos casos e, os bissexuais, em 88%. Chama a atenção que até mesmo o grupo de mulheres que mais vezes chega ao clímax sexual, as lésbicas, têm menos chances de ter um orgasmo se comparado ao grupo de homens que menos vezes chega lá, os bissexuais.

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