Em cúpula asiática, Rússia e China defendem cooperação regional, incluindo relações com o Afeganistão

Organização para Cooperação de Xangai aumenta cooperação regional e discute questão afegã

Cúpula da Organização para Cooperação de Xangai
Cúpula da Organização para Cooperação de Xangai (Foto: Reuters)
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247 - Países da Organização para Cooperação de Xangai (OCX), que reúne nove nações que estão localizadas ou fazem divisa com a Ásia Central, defenderam a cooperação com o Afeganistão, para garantir uma transição de poder segura para o país e toda a região.

Eles ainda cobraram dos EUA mais engajamento, o que poderia incluir o diálogo direto com os talibãs.

"É importante mobilizar o potencial da organização para facilitar o início de um diálogo inclusivo entre os afegãos e também para bloquear as ameaças de terrorismo, tráfico de drogas e extremismo religioso deste país", declarou Putin, por videoconferência. 

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Em sua fala, o presidente chinês Xi Jinping defendeu que as “partes relevantes” no Afeganistão (no caso, o Talibã) atuem para erradicar o terrorismo, e que se guiem por políticas internas e externas moderadas e se mostrem dspostas a construir uma sociedade mais aberta e inclusiva. Ele prometeu enviar ajuda humanitária, incluindo insumos usados no combate à Covid-19 — anteriormente, Pequim havia se comprometido com US$ 31 milhões em ajuda, incluindo vacinas e alimentos.

Ao mesmo tempo, o líder chinês, que compartilha uma fronteira de 76 km com o Afeganistão, declarou que certos países que “instigaram a difícil situação” no Afeganistão deveriam assumir responsabilidades pelo futuro do país, uma menção indireta aos Estados Unidos e aliados. 

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Na cúpula da OCX o Irã se tornou membro pleno, o que está sendo considerado um êxito para o país persa, que vê nisso possibilidade de desenvolvimento econômico.

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