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Em pronunciamento, Biden defende o massacre de Israel contra palestinos e compara Putin ao Hamas

Presidente dos EUA deve pedir ao Congresso aprovação de envio de US$ 14 bilhões para Israel e de US$ 60 bilhões para a Ucrânia

Joe Biden e Vladimir Putin (Foto: Reuters | Reprodução)

247 - O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, fez um pronunciamento nesta quinta-feira (19), em que defendeu a necessidade de fornecer assistência financeira tanto para Israel quanto para a Ucrânia. Durante seu discurso, que teve uma duração aproximada de 15 minutos, Biden comparou o grupo Hamas e o presidente russo, Vladimir Putin. "Hamas e Putin são diferentes, mas têm isso em comum: ambos querem aniquilar democracias vizinhas", afirmou.

Biden enfatizou que o sucesso da Ucrânia e de Israel em seus respectivos conflitos é crucial para a segurança nacional dos Estados Unidos. Desde 2022, após a invasão da Ucrânia pela Rússia, os EUA têm enviado ajuda financeira e militar para Kiev, visando auxiliar na recuperação do controle sobre territórios ocupados pelo exército russo.


Em relação a Israel, Biden visitou o país em 18 de outubro e se encontrou com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. Os Estados Unidos têm fornecido apoio militar a Israel, que está envolvido em um conflito com o grupo terrorista Hamas. No Salão Oval, durante seu pronunciamento, o presidente Biden destacou que o mundo está em um momento de virada histórica e, ao mencionar Israel, expressou o compromisso dos Estados Unidos com o povo palestino. Ele afirmou: "Os palestinos inocentes desejam apenas viver em paz e com dignidade. O Hamas não representa o povo palestino."

O presidente estadunidense anunciou que na sexta-feira, 20 de outubro, enviará um pacote inédito e urgente ao Congresso Nacional, solicitando a aprovação de despesas e o envio de ajuda a países aliados.  Segundo a agência Reuters, Biden deseja apresentar ao Congresso uma proposta para autorizar o envio de US$ 60 bilhões para a Ucrânia e US$ 14 bilhões para Israel. Ele também busca a aprovação de investimentos no valor de US$ 10 bilhões em ajuda humanitária, US$ 14 bilhões em segurança de fronteira e US$ 7 bilhões para países do Indo-Pacífico.

O presidente Biden concluiu seu comunicado à nação afirmando: "Os Estados Unidos ainda são um farol para o mundo. Somos os EUA, e não há nada além da nossa capacidade se fizermos isso juntos." (*Com informações do g1)