Em reunião com intelectuais, Maduro diz que paz prevalecerá na Venezuela

"Na Venezuela não haverá intervencionismo, nem a consolidação do golpe, não haverá guerra na Venezuela, a paz vencerá", disse o presidente constitucional Nicolás Maduro nesta segunda-feira (4), respondendo às novas ameaças de guerra do governo dos Estados Unidos; o presidente venezuelano participou na sede da Chancelaria de uma reunião com mais de 160 intelectuais, movimentos políticos e sociais e líderes do mundo que debateram ideias em relação ao fortalecimento da diplomacia da paz e do apoio ao povo venezuelano.

Em reunião com intelectuais, Maduro diz que paz prevalecerá na Venezuela
Em reunião com intelectuais, Maduro diz que paz prevalecerá na Venezuela

247, com AVN - "Na Venezuela não haverá intervencionismo, nem a consolidação do golpe, não haverá guerra na Venezuela, a paz vencerá", disse o presidente constitucional Nicolás Maduro nesta segunda-feira (4), respondendo às novas ameaças de guerra do governo dos Estados Unidos (EUA). O presidente venezuelano participou na sede da Chancelaria de uma reunião com mais de 160 intelectuais, movimentos políticos e sociais e líderes do mundo que debateram ideias em relação ao fortalecimento da diplomacia da paz e do apoio ao povo venezuelano.

No último domingo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reafirmou em uma entrevista que considera a opção militar contra a Venezuela. Trump fez declarações semelhantes em outras ocasiões.

Maduro disse que falar em guerra contra a Venezuela "é uma loucura" e observou que as intenções do governo dos EUA são de se apossar das riquezas naturais do país. Ele disse que Trump não tem motivos para empreender uma ação militar contra a Venezuela.

Maduro denunciou que as ameaças do presidente dos EUA violam as disposições da Carta das Nações Unidas e do Direito Internacional, no que diz respeito às relações entre os Estados.

"Eu digo isso como um povo de paz, Sr. Donald Trump não temos medo de suas ameaças, a Venezuela tem o direito e a verdade ao seu lado, estamos do lado certo da história e você não tem motivos para ameaçar um país livre, pacífico como é o nosso", acrescentou.

Ele lamentou que alguns setores da oposição venezuelana endossem uma intervenção dos EUA e rejeitou as declarações de guerra de outros altos funcionários dos EUA. Relatou que o Conselheiro de Segurança, John Bolton, o vice-presidente Mike Pence e o secretário de Estado Mike Pompeo apoiam uma campanha através das redes digitais para pedir ações violentas contra o Estado venezuelano, bem como usar esses meios para instruir os porta-vozes da oposição.

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