EUA adotarão sanções contra Rússia por suposta interferência nas eleições

Os Estados Unidos da América podem anunciar, ainda esta semana, sanções contra a Rússia em retaliação à suposta "interferência nas eleições americanas", informou o jornal Washington Post, citando fontes; "Segundo oficiais do governo dos EUA, a administração de Obama está prestes a anunciar uma série de medidas para punir a Rússia pela interferência nas eleições presidenciais de 2016, inclusive sanções econômicas e protestos pelo canal diplomático", escreveu o jornal

President Barack Obama delivers remarks during the White House Summit on Countering Violent Extremism, in the Eisenhower Executive Office Building South Court Auditorium, Feb. 18, 2015. (Official White House Photo by Lawrence Jackson)
President Barack Obama delivers remarks during the White House Summit on Countering Violent Extremism, in the Eisenhower Executive Office Building South Court Auditorium, Feb. 18, 2015. (Official White House Photo by Lawrence Jackson) (Foto: Romulo Faro)
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Sputnik Brasil - Os EUA podem anunciar, ainda esta semana, sanções contra a Rússia em retaliação à suposta "interferência nas eleições americanas", informou o jornal Washington Post, citando fontes.

"Segundo oficiais do governo dos EUA, a administração de Obama está prestes a anunciar uma série de medidas para punir a Rússia pela interferência nas eleições presidenciais de 2016, inclusive sanções econômicas e protestos pelo canal diplomático. Os oficiais do governo disseram que a administração está concluindo os detalhes desses medidas, que também devem contemplar, segundo se espera, a realização de operações secretas e, possivelmente, operações no ciberespaço. O anúncio das medidas públicas pode acontecer ainda esta semana", escreveu o jornal.

Segundo a publicação, a sanções serão aplicadas com base em decreto executivo do presidente dos EUA, de 2015. Esse decreto autoriza o presidente a reagir aos ciberataques. Segundo o jornal, a ameaça de recorrer à medidas semelhantes ajudou os Estados Unidos no passado em negociações com a China, para que o país cedesse terreno na área de cibersegurança.

Em outubro deste ano, os representantes oficiais dos serviços de inteligência dos EUA declararam que hackers russos seriam os responsáveis por ciberataques contra os sistemas eleitorais do país. Moscou refutou de forma veemente essas acusações e exigiu a apresentação de provas, o que não foi feito até o momento.

Além disso, a Casa Branca reconheceu que, no dia das eleições, não foi observada nenhuma atividade irregular no ciberespaço. O Congresso norte-americano solicitou aos serviços de inteligência os resultados das investigações sobre suposta interferência russa, mas o seu pedido não foi atendido.

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