Europa busca fornecedores de gás natural na África

A terceira maior economia da UE, a Itália, garantiu um acordo na semana passada com a Argélia para mais importações de gás natural

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(Foto: Reprodução)


RT - A Europa está olhando para a África para suas necessidades de energia, já que os países buscam reduzir a dependência das importações russas em meio ao conflito na Ucrânia, de acordo com relatos da mídia.

A terceira maior economia da UE, a Itália, garantiu um acordo na semana passada com a Argélia para mais importações de gás natural. O país do norte da África já fornece gás para a Europa por meio de três gasodutos, um dos quais vai para a Itália. Os outros dois oleodutos estão ligados à Espanha.

A empresa  de energia italiana Eni também assinou um acordo na quarta-feira com a estatal Natural Gas Holding Company do Egito para promover as exportações de gás para a Europa.

Os acordos surgem na sequência de uma reunião entre os embaixadores europeus e a Companhia Nacional de Petróleo da Nigéria (NNPC) na passada segunda-feira, para “reforçar a parceria” no setor energético.

Enquanto isso, o primeiro-ministro italiano Mario Draghi deve viajar para a África Central e Austral esta semana para potenciais negócios na República do Congo e Angola, informou a Bloomberg, citando fontes. Todos esses acordos juntos podem ajudar a substituir mais da metade do suprimento que a Itália recebe da Rússia já em 2023, segundo a Bloomberg.

A Rússia fornece cerca de 40% do gás da UE e cerca de um terço das necessidades de petróleo do bloco. No início de abril, a União Europeia aprovou a proibição do carvão russo, mas não conseguiu chegar a um acordo sobre um embargo de petróleo e gás natural.

Draghi disse ao jornal Corriere della Sera no domingo que a Europa pode se livrar das importações de energia russa por meio da diversificação em um prazo "mais curto do que imaginávamos há apenas um mês".

O primeiro-ministro acrescentou: “Não queremos mais depender do gás russo, porque a dependência econômica não deve se tornar subjugação política. Para isso, precisamos diversificar as fontes de energia e encontrar novos fornecedores.”

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