Evo Morales: Todos os embaixadores dos EUA são agentes da CIA

O presidente da Bolívia, Evo Morales, disse neste sábado que "todos os embaixadores" dos Estados Unidos são "agentes da CIA", e voltou a acusar o país de ser parte de uma conspiração para evitar que ele possa disputar as eleições de 2019; "Todos os embaixadores dos Estados Unidos para mim são agentes da CIA. É uma luta de ricos e pobres, é a luta capitalismo versus socialismo", ddisse Morales em entrevista coletiva na cidade de Cochabamba, no centro do país  

O presidente da Bolívia, Evo Morales, disse neste sábado que "todos os embaixadores" dos Estados Unidos são "agentes da CIA", e voltou a acusar o país de ser parte de uma conspiração para evitar que ele possa disputar as eleições de 2019; "Todos os embaixadores dos Estados Unidos para mim são agentes da CIA. É uma luta de ricos e pobres, é a luta capitalismo versus socialismo", ddisse Morales em entrevista coletiva na cidade de Cochabamba, no centro do país
 
O presidente da Bolívia, Evo Morales, disse neste sábado que "todos os embaixadores" dos Estados Unidos são "agentes da CIA", e voltou a acusar o país de ser parte de uma conspiração para evitar que ele possa disputar as eleições de 2019; "Todos os embaixadores dos Estados Unidos para mim são agentes da CIA. É uma luta de ricos e pobres, é a luta capitalismo versus socialismo", ddisse Morales em entrevista coletiva na cidade de Cochabamba, no centro do país   (Foto: Romulo Faro)
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247 - O presidente da Bolívia, Evo Morales, disse neste sábado que "todos os embaixadores" dos Estados Unidos são "agentes da CIA", e voltou a acusar o país de ser parte de uma conspiração para evitar que ele possa disputar as eleições de 2019.

"Todos os embaixadores dos Estados Unidos para mim são agentes da CIA. É uma luta de ricos e pobres, é a luta capitalismo versus socialismo", declarou Morales em entrevista coletiva na cidade de Cochabamba, no centro do país.

O presidente boliviano se referiu ao assunto ao ser consultado sobre a intenção de seus partidários de insistir em sua habilitação para que possa voltar a ser candidato em 2019, apesar de os bolivianos terem rejeitado majoritariamente essa possibilidade em um referendo realizado no último dia 21 de fevereiro.

Nessa consulta, realizada por iniciativa do governo, 51,3% dos eleitores rejeitou uma reforma constitucional para permitir que Morales tente nas eleições de 2019 um quarto mandato consecutivo até 2025, frente a 48,7% que a aprovou.

A Constituição assinada pelo próprio Morales em 2009 permite apenas dois mandatos consecutivos, mas o Tribunal Constitucional já o habilitou como candidato nas eleições de 2014, que coroou com um triunfo para exercer agora seu terceiro mandato.

Nos últimos meses, Morales, seus ministros e os dirigentes do governamental Movimento ao Socialismo (MAS) argumentaram que a população votou enganada no referendo de fevereiro.

Segundo o governo, a oposição e os Estados Unidos promoveram uma "guerra suja" usando denúncias de suposto tráfico de influência a favor da empresa chinesa Camce, na qual trabalhou Gabriela Zapata, que foi namorada de Morales entre 2005 e 2007.

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