Guarda Nacional da Venezuela põe fim à violência na fronteira com Colômbia

Os oficiais da Guarda Nacional Venezuelana estabilizaram a situação na ponte Simon Bolívar, que liga o país à Colômbia, forçando os manifestantes a recuar usando gás lacrimogêneo e balas de borracha, informou um correspondente da Sputnik; no domingo (24), partidários da oposição venezuelana tentaram atravessar ilegalmente a Venezuela a partir do lado colombiano da ponte, jogando pedras e coquetéis molotov nos policiais. 

Guarda Nacional da Venezuela põe fim à violência na fronteira com Colômbia
Guarda Nacional da Venezuela põe fim à violência na fronteira com Colômbia

247, com Sputnik - Os oficiais da Guarda Nacional Venezuelana estabilizaram a situação na ponte Simon Bolívar, que liga o país à Colômbia, forçando os manifestantes a recuar usando gás lacrimogêneo e balas de borracha, informou um correspondente da Sputnik.

No domingo (24), partidários da oposição venezuelana tentaram atravessar ilegalmente a Venezuela a partir do lado colombiano da ponte, jogando pedras e coquetéis molotov nos policiais. A Guarda Nacional enviou forças adicionais à fronteira e canhões de água para dispersar a multidão.

Os confrontos entre os manifestantes e as forças de segurança pararam quando a polícia colombiana formou um cordão de isolamento no lado da ponte, ficando cara a cara com a Guarda Nacional Venezuelana.

A violência na fronteira começou no sábado (23), quando a oposição venezuelana tentou forçar a entrega da chamada ajuda humanitária na Venezuela. A Guarda Nacional tentou impedir que caminhões com ajuda cruzassem a fronteira do país sem permissão, e manifestantes oposicionistas tentaram forçar a entrada dos caminhões na Venezuela.

O presidente venezuelano Nicolás Maduro rejeitou as entregas de ajuda patrocinada pelos Estados Unidos como um estratagema para tirá-lo do poder, e chamou a operação de "espetáculo" para justificar uma intervenção na Venezuela.

A vice-presidente venezuelana Delcy Rodriguez também rejeitou as alegações sobre uma crise humanitária no país, lembrando que a lei internacional previa entregas de ajuda humanitária estrangeira apenas em casos de desastres naturais e conflitos armados.

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