Há 50 anos, Martin Luther King era assassinado

A luta antirracista, pelos direitos civis e pela ancestralidade; o pacifista e ativista Martin Luther King ganhou o mundo nos anos 60 com seus discursos inflamados e com a causa mobilizadora do antissegregaciosnimo; contestou a guerra do Vietnã e denunciou o imperialismo norte-americano; dono de um texto e de uma voz contundentes, contagiou o mundo todo pela busca incessante da igualdade de oportunidades e, por isso, recebeu o prêmio Nobel da Paz de 1964

A luta antirracista, pelos direitos civis e pela ancestralidade; o pacifista e ativista Martin Luther King ganhou o mundo nos anos 60 com seus discursos inflamados e com a causa mobilizadora do antissegregaciosnimo; contestou a guerra do Vietnã e denunciou o imperialismo norte-americano; dono de um texto e de uma voz contundentes, contagiou o mundo todo pela busca incessante da igualdade de oportunidades e, por isso, recebeu o prêmio Nobel da Paz de 1964
A luta antirracista, pelos direitos civis e pela ancestralidade; o pacifista e ativista Martin Luther King ganhou o mundo nos anos 60 com seus discursos inflamados e com a causa mobilizadora do antissegregaciosnimo; contestou a guerra do Vietnã e denunciou o imperialismo norte-americano; dono de um texto e de uma voz contundentes, contagiou o mundo todo pela busca incessante da igualdade de oportunidades e, por isso, recebeu o prêmio Nobel da Paz de 1964 (Foto: Gustavo Conde)

Por Gustavo Conde - A luta antirracista, pelos direitos civis e pela ancestralidade. O pacifista e ativista Martin Luther King ganhou o mundo nos anos 60 com seus discursos inflamados e com a causa mobilizadora do antissegregaciosnimo. Contestou a guerra do Vietnã e denunciou o imperialismo norte-americano. Dono de um texto e de uma voz contundentes, contagiou o mundo todo pela busca incessante da igualdade de oportunidades e, por isso, recebeu o prêmio Nobel da Paz de 1964.

"Esta quarta-feira (4) marca os 50 anos do assassinato do líder da luta antirracista Martin Luther King. Morto prematuramente aos 39 anos de idade, o pastor da igreja Batista liderou movimentos pelos direitos civis dos negros norte-americanos num tempo em que eles não podiam nem sentar nos ônibus se houvesse brancos em pé.

“Se os seres humanos negros sofrem discriminações e violência por esse mundo afora, a situação seria ainda muito pior se não tivesse existido a luta de Martin Luther King contra a violência racial nos Estados Unidos”, diz Mônica Custódio, secretária de igualdade Racial da CTB". Leia mais no Site da CTB, Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil. 

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247