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Israel assassina 24 crianças em escola iraniana

Ataque aéreo atinge colégio feminino em Minab e eleva número de estudantes mortas, enquanto Cruz Vermelha alerta para reação em cadeia no Oriente Médio

Israel assassina 24 crianças em escola iraniana (Foto: Reprodução Vídeo/Al Jazeera)

247 - O número de estudantes mortas em um ataque israelense contra uma escola no sul do Irã subiu para 24, segundo informações divulgadas pela emissora catariana Al Jazeera com base na agência iraniana Fars. A ofensiva atingiu uma escola primária feminina na cidade de Minab, localizada na província de Hormozgan, no sul do país.

Inicialmente, havia sido noticiado que o bombardeio havia provocado cinco mortes. No entanto, de acordo com a Fars, o total de estudantes mortas foi posteriormente atualizado para 24, ampliando a gravidade do episódio e intensificando a tensão regional.

Em meio à repercussão internacional do ataque, as Forças Armadas de Israel divulgaram comunicado afirmando ter atingido “centenas de alvos militares iranianos”, incluindo lançadores de mísseis, durante operações aéreas conduzidas no oeste do Irã. O exército também declarou que sua força aérea está atuando para interceptar possíveis ações retaliatórias vindas do território iraniano.

A escalada militar no Oriente Médio levou o Comitê Internacional da Cruz Vermelha a emitir um alerta contundente. A presidente da entidade, Mirjana Spoljaric, afirmou que o agravamento do conflito pode produzir efeitos devastadores para a população civil.

“A escalada militar no Oriente Médio está desencadeando uma perigosa reação em cadeia em toda a região, com consequências potencialmente devastadoras para os civis”, declarou Spoljaric em comunicado oficial.

Ela também reforçou a obrigatoriedade do cumprimento das normas internacionais. “Respeitar as regras da guerra é uma obrigação, não uma escolha. Em conflitos armados internacionais, aplica-se o direito internacional humanitário, em particular as quatro Convenções de Genebra.”

A dirigente do Comitê Internacional da Cruz Vermelha ainda sublinhou a necessidade de proteção a estruturas civis e profissionais humanitários. “Infraestruturas civis, como hospitais, residências e escolas, devem ser poupadas de ataques. Profissionais da saúde e socorristas devem ter permissão para realizar seu trabalho em segurança”, disse Spoljaric.