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Itália torna-se o primeiro país da UE a proibir produção e venda de alimentos sintéticos

Projeto de lei aprovado é dos Ministérios da Agricultura, Alimentação e Florestas e da Saúde

Bandeira da Itália (Foto: Alessandro Di Meo/ANSA)

(Sputnik) - O parlamento italiano aprovou na quinta-feira uma lei que proíbe a produção e venda de alimentos sintéticos, tornando a Itália o primeiro país da União Europeia a introduzir tal proibição.

A lei foi apoiada por 159 membros da câmara baixa italiana, enquanto 53 votaram contra a medida e 34 se abstiveram. A câmara alta do parlamento aprovou a lei, que foi desenvolvida por iniciativa do Ministério da Agricultura, Alimentação e Florestas e do Ministério da Saúde da Itália, já em junho.

A nova regulamentação proíbe o uso na produção, venda, importação, exportação, fabricação e distribuição de "alimentos ou rações constituídos, separados ou produzidos a partir de culturas celulares ou tecidos derivados de animais vertebrados." Os infratores enfrentam multas que variam de 10.000 euros a 60.000 euros. No entanto, se a lei for violada por uma grande empresa, a multa pode ser aumentada para até 10% do faturamento anual da empresa e confisco dos bens produzidos.