José Reinaldo Carvalho: ataque na Síria é um banditismo internacional

Convidado do programa Geopolítica, apresentado por Igor Fuser na TV 247, o secretário de Relações Internacionais do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), José Reinaldo Carvalho, comentou o conflito na Síria; "A carta das Nações Unidas é muito clara: um país só pode atacar o outro, em último caso, na hipótese de ser claramente ameaçado, se foi atingido por alguma agressão ou se o Conselho de Segurança das Nações Unidas autorizar. Não está caracterizada essa situação para nada neste caso da Síria"; denuncia; assista

Convidado do programa Geopolítica, apresentado por Igor Fuser na TV 247, o secretário de Relações Internacionais do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), José Reinaldo Carvalho, comentou o conflito na Síria; "A carta das Nações Unidas é muito clara: um país só pode atacar o outro, em último caso, na hipótese de ser claramente ameaçado, se foi atingido por alguma agressão ou se o Conselho de Segurança das Nações Unidas autorizar. Não está caracterizada essa situação para nada neste caso da Síria"; denuncia; assista
Convidado do programa Geopolítica, apresentado por Igor Fuser na TV 247, o secretário de Relações Internacionais do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), José Reinaldo Carvalho, comentou o conflito na Síria; "A carta das Nações Unidas é muito clara: um país só pode atacar o outro, em último caso, na hipótese de ser claramente ameaçado, se foi atingido por alguma agressão ou se o Conselho de Segurança das Nações Unidas autorizar. Não está caracterizada essa situação para nada neste caso da Síria"; denuncia; assista (Foto: Lais Gouveia)

TV 247 - O programa Geopolítica, com Igor Fuser, recebeu na TV 247 o Secretário de Relações Internacionais do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), José Reinaldo Carvalho, para analisar a guerra na Síria. No último dia 13 de abril, um ataque promovido pelos Estados Unidos, França e Reino Unido, disparou 105 mísseis em território sírio.

José Reinaldo classifica o ataque como banditismo internacional. "A carta das Nações Unidas é muito clara: um país só pode atacar o outro, em último caso, na hipótese de ser claramente ameaçado, se foi atingido por alguma agressão ou se o Conselho de Segurança das Nações Unidas autorizar. Não está caracterizada essa situação para nada neste caso da Síria, os Estados unidos e seus aliados agem a margem do direito internacional", denuncia. 

Ele ressalta, durante o programa, que para além da ação de banditismo, o ataque também é um ato de guerra. "Os Estados Unidos buscam inibir suas ações classificando seus ataques como medida punitiva, quando, na verdade, é um ato de guerra imperialista, pois é praticado por uma potência que impõe através da força as suas vontades", alerta. 

O jornalista Igor Fuser, apresentador, faz um resgate de outros países que também foram vítimas do imperialismo. "Esse projeto dos EUA está fazendo água, eles certamente imaginavam derrubar o governo sírio como fizeram com o Iraque, que quase desapareceu como Estado. A Líbia, que depois do fim de Gaddafi não existe mais como uma nação coerente, transformou-se em um país dividido e controlado por milícias. Pensavam que na Síria o roteiro seria o mesmo, mas foram derrotados", analisa. 

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