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Justin Trudeau é cobrado por cidadão canadense por "arruinar o país" e mandar dinheiro para Ucrânia (vídeo)

Ao ser confrontado, premiê canadense acusou morador de Toronto de apoiar o presidente da Rússia, Vladimir Putin, e deixou a discussão

Justin Trudeau (Foto: Reuters)

Sputnik Brasil - Em um vídeo divulgado nas redes sociais, um cidadão canadense confronta o primeiro-ministro do país, Justin Trudeau, pelo aumento do custo de vida no Canadá. Antes de fugir da discussão, o político questiona: "Você tem dado ouvidos a [Vladimir] Putin [presidente da Rússia], não é?"

Trudeau, ao sair de um evento onde se encontrou com estudantes, decidiu cumprimentar as pessoas presentes na rua. No entanto um cidadão o confrontou dizendo: "Não vou apertar sua mão", ao que Trudeau, surpreso, perguntou: "Por quê?".

"Você arruinou o país! Alguém aqui pode comprar uma casa? Você está cobrando das pessoas um imposto sobre carbono e você tem nove veículos parados aqui por 30 minutos. A sua pegada de carbono só aumenta", disse o cidadão revoltado.

Segundo Trudeau, o imposto sobre carbono é uma política de redistribuição de renda. "Colocamos uma taxa na poluição e estamos devolvendo para famílias", disse. "Você está enviando dinheiro para a Ucrânia, você envia o dinheiro para o cara [Vladimir Zelensky] que está massacrando o próprio país."

Antes de fugir da discussão, Trudeau culpou Putin pelos argumentos do homem. "Você tem dado ouvidos a Putin, não é?" 

NÃO É PRIMEIRA VEZ QUE TRUDEAU CULPA PUTIN POR CRÍTICAS AO SEU GOVERNO - Após aplaudir de pé um soldado nazista no Parlamento canadense, Justin Trudeau classificou a repercussão mundial do ato como "propaganda russa".

A homenagem foi repudiada por grupos de defesa judaicos, cidadãos e políticos canadenses, pelo governo russo e pelo governo polônes, aliado do Canadá. Para o jornalista britânico Brendan O'Neill, Trudeau "vê fascismo por todos os lados, a não ser quando está diante dele".

A afirmação foi feita em sua coluna semanal na revista The Spectator. "Fala-se muito que a classe trabalhadora que defende seus postos de trabalho é 'protofascista', enquanto um ex-soldado próximo do fascismo é aplaudido nos corredores do poder."